Momento Economia

Bradespar reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale

Publicados

em


source
Bradespar (BRAP4) reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale (VALE3)
Fernanda Capelli

Bradespar (BRAP4) reduz capital em R$ 5,26 bi e troca suas ações por ativos da Vale (VALE3)

Na noite da última terça-feira (14), a Bradespar anunciou que analisa reduzir o capital próprio em R$ 5,26 bilhões. A redução seria feita através da troca de ações por ativos da Vale ( VALE3 ) aos investidores.

De acordo com a Bradespar, o motivo veio de uma reunião da direção, onde os envolvidos compreenderam que o capital social da empresa se tornou excessivo para o desenvolvimento dos negócios, assim como atrapalha o cumprimento dos objetivos sociais da mesma.

“A sociedade tem por objeto social a participação como sócia ou acionista de outras sociedades e, assim, não possui atividade operacional direta”, afirmou a Bradespar em nota.

Detalhes da troca

De acordo com a Bradespar, os ativos da Vale serão passados aos acionistas após o cálculo das demonstrações financeiras das duas companhias. Assim, a data para a transferência de ações está agendada para o dia 30 de setembro.

Leia a matéria completa no  site do 1Bilhão.

Leia Também:  Bolsa Família completa maioridade, mas sucesso recua com crise econômica
Propaganda

Momento Economia

Auxílio Brasil já tem propaganda, mas não tem valor ou fonte de renda definidos

Publicados

em


source
Governo reafirma fim do Bolsa Família e início do Auxílio Brasil
Reprodução: ACidade ON

Governo reafirma fim do Bolsa Família e início do Auxílio Brasil

O Ministério da Cidadania publicou neste domingo o primeiro vídeo da campanha publicitária do Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família. No entanto, o governo vive um impasse já que promete pagar R$ 400 até dezembro de 2022, mas depende do Congresso para aprovar uma manobra que altera a regra do teto de gastos e abre espaço fiscal para o benefício.

Mesmo assim, a campanha já garante o “maior programa de transferência de renda”, mostrando famílias preparando refeições, crianças na escola e trazendo o slogan “para a nossa gente transformar o País”. Promete também o início dos pagamentos em novembro. 

O ministro João Roma também se pronunciou no Twitter sobre o programa que classificou de “marco histórico”. 

“O novo programa, executado pelo Ministério da Cidadania, vai muito além de uma política pública de assistência e amparo social, reflete o compromisso do governo com a liberdade e a emancipação do cidadão”, escreveu Roma.

Demora para criar o benefício

O governo levou 14 meses para elaborar a Medida Provisória (MP) que cria o benefício , e, em agosto de 2021, o presidente Jair Bolsonaro  foi pessoalmente entregar o texto ao Congresso – sem valor específico e sem descrição da fonte de recursos. Essas incertezas fizeram com que o texto sequer fosse pautado. Se não for votada em 47 dias, a MP perde a validade.

Leia Também:  Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em abril e maio

Até mesmo o relator do projeto na Câmara dos Deputados, Marcelo Aro, criticou a indefinição sobre o programa que chamou de “obra eleitoral”. “Quem faz mal feito, faz duas vezes. Virou a casa da mãe Joana”, disse nesta terça-feira (19), após o governo adiar o anúncio devido à  reação negativa do mercado financeiro e da  área técnica da Economia.

O arranjo final garante parcelas de R$ 400 até dezembro de 2022 para 18 milhões de famílias. Para viabilizar o aumento, a  PEC dos precatórios foi utilizada para alterar a regra de correção do teto  – que limita o crescimento de despesas à inflação – e assim abrir um espaço fiscal de cerca de R$ 83 bilhões. A manobra fez com que quatro  secretários da Economia abandonassem a pasta.

Leia Também

Valores indefinidos

A comissão especial da Câmara dos Deputados começou a discutir, nesta quinta-feira (21), o relatório da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera a sistemática de pagamentos de precatórios — decisões finais da Justiça contra a União.

A proposta abre espaço de cerca de R$ 83 bilhões no teto de gastos, que limita o crescimento da despesa à inflação, e permitirá ao governo gastar mais em 2022, ano eleitoral. Isso será possível com a alteração na sistemática do teto de gastos e também no pagamento dos precatórios. 

Leia Também:  Paulo Valle aceita convite e assumirá secretaria do Tesouro Nacional

Para atender a pressão do governo e do Congresso por mais recursos, o relator incluiu no parecer um trecho que altera a fórmula de correção da regra fiscal do teto de gastos, que hoje é feita pela inflação acumulada em 12 meses até junho do ano anterior. Os números serão recalculados com base no índice de preços entre janeiro e dezembro

A maior parte do recurso liberado no teto será utilizada para pagar o novo programa social que irá substituir o Bolsa Família, batizado de Auxílio Brasil, que será corrigido pela inflação e terá  piso de R$ 400, entre dezembro desde ano e dezembro de 2022. 

“Os valores dos benefícios, os valores referenciais para caracterização de situação de pobreza ou extrema pobreza e as idades indicadas como público alvo do Programa deverão ser estabelecidos e reavaliados pelo Poder Executivo federal, periodicamente, em decorrência da dinâmica socioeconômica do País e de estudos técnicos sobre o tema”, diz o portal do programa.

Vídeo


Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA