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Brasil é convidado a negociar entrada na OCDE, bloco de países ricos

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Brasil recebeu convite para negociar entrada na OCDE, bloco de países ricos
Edu Andrade/ME

Brasil recebeu convite para negociar entrada na OCDE, bloco de países ricos

Os 38 países que integram o Conselho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) decidiram nesta terça-feira (25), por unanimidade, convidar o Brasil a dar início ao processo formal de ingresso na organização. Com o convite, as negociações serão formalizadas e, segundo fontes do governo brasileiro, devem durar entre três e cinco anos.

O pedido de adesão à OCDE foi feito no governo do ex-presidente Michel Temer e reforçado pela equipe do presidente Jair Bolsonaro. Desde então, o Brasil aderiu a 103 dos 251 instrumentos normativos exigidos para entrar no organismo, sendo que na atual gestão foram 37 adesões.

Brasil e outros cinco países candidatos negociarão com OCDE ao mesmo tempo

Em Brasília, o convite feito ao Brasil é considerado uma vitória diplomática. Isto porque as negociações ocorrerão, ao mesmo tempo, com os seis candidatos a membros da OCDE: além do Brasil, concorrem a uma vaga Argentina,  Peru, Romênia, Bulgária e Croácia.  

Esta sempre foi a fórmula defendida pelo secretário-geral do organismo, o australiano Mathias Cormann, com apoio do Brasil. Assim, chegará na frente o país que cumprir mais rápido o total de regras exigidas para a adesão.

Outro ponto considerado relevante, nos bastidores, é que a OCDE se pronunciou antes das eleições deste ano. A expectativa é que o presidente Jair Bolsonaro tentará se reeleger.

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Economias abertas e redução do desmatamento

De acordo com a OCDE, serão preparados roteiros individuais para o processo de avaliação. Os países candidatos devem confirmar sua adesão aos valores, à visão e às prioridades”  do organismo, com destaque para a democracia, o estado de direito e a proteção dos direitos humanos.  

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A OCDE também destaca, como valores, “economias de mercado abertas, comerciais, competitivas, sustentáveis e transparentes”. Assim, os candidatos devem assumir o compromisso de promover o crescimento econômico “sustentável e inclusivo” e trabalhar no combatem às mudanças climáticas, “incluindo deter e reverter a perda de biodiversidade e o desmatamento”.

“Os membros da OCDE confirmaram hoje que a OCDE é uma organização aberta, globalmente relevante e em evolução. A adesão à OCDE continua sendo a maneira mais direta e eficaz de garantir a adoção e disseminação de nossos valores, princípios e padrões compartilhados em todo o mundo”, disse Mathias Cormann. 

O processo incluirá uma avaliação rigorosa e aprofundada por mais de 20 comitês técnicos. Como resultado dessas revisões técnicas, e antes de qualquer convite para ingressar na organização como membros, serão necessárias mudanças na legislação, política e práticas dos países candidatos para alinhá-los com os padrões e melhores práticas da OCDE.

“As revisões técnicas abrangerão uma ampla gama de áreas políticas e se concentrarão em questões prioritárias, incluindo comércio e investimento abertos, progresso na governança pública, integridade e esforços anticorrupção, bem como a proteção efetiva do meio ambiente e ação sobre o clima”, destacou o organismo, em um comunicado divulgado nesta terça-feira.

Adesão é prioridade para a indústria

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) destacou que o início das negociações para acessão do Brasil ao chamado ‘grupo dos ricos’  é um reconhecimento do esforço do país em se alinhar com as melhores práticas internacionais e em realizar mudanças para a melhoria do ambiente de negócios brasileiro. Para a entidadee, ao entrar na OCDE, o Brasil vai  atrair mais investimentos em áreas estratégicas e ampliar a integração da economia brasileira.

“Esse é um passo de extrema importância para o setor produtivo brasileiro. Tenho certeza de que o processo de negociação trará muitos benefícios para o Brasil e servirá de impulso para alavancarmos reformas importantes, que vão aumentar a competitividade da indústria e promover um crescimento mais sustentável do país”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, no comunicado.

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Banco realiza leilão de imóveis com lances a partir de R$ 30 mil

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Santander realiza leilão de imóveis com lances a partir de R$ 30 mil
Fernanda Capelli

Santander realiza leilão de imóveis com lances a partir de R$ 30 mil

O Santander vai leiloar 95 imóveis presentes em 10 estados, com valores iniciais que variam entre R$ 30,8 mil e R$ 35 milhões. Os descontos chegam a 65% para imóveis residenciais e os lances podem ser feitos pela loja on-line da Sold Leilões. O pregão de imóveis residenciais fica no ar até 23 de maio; o de imóveis comerciais, até 24 de maio.

Entre as opções estão casas, apartamentos, salas, galpões, prédios e terrenos no Rio de Janeiro (23), São Paulo (19), Minas Gerais (18), Mato Grosso (4), Rio Grande do Sul (9), Pernambuco (7), Paraná (5), Bahia (5), Rio Grande do Norte (1) e Santa Catarina (3). Os arrematantes podem aplicar filtros no site de acordo com a região, cidade e valor do imóvel.

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O Sudeste concentra a maior parte dos lotes, com 60 unidades. No Rio de Janeiro (RJ), a partir de R$ 92,4 mil é possível comprar um apartamento de 54 m² (42% abaixo do valor de avaliação). Ainda na capital fluminense, uma casa com 449 m² recebe lances a partir de R$ 483,5 mil (45% de deságio). Em Betim (MG), há opções como um apartamento de 14 m² a partir de R$ 110,9 mil (41% abaixo do valor de avaliação).

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Já em São Gonçalo (RJ) está o imóvel com maior desconto do leilão: 65%, referente a uma casa de 540 m², com lance inicial de 76,2 mil. Em Araraquara (SP), uma casa com 250 m² está à venda a partir de R$ 154,3 mil (47% de deságio). Na Praia Grande (SP), um apartamento com 137 m² pode ser adquirido a partir de R$ 320,3 mil (51% abaixo do valor de avaliação).

No Sul do país, em Lajeado (RS), a partir de R$ 223,3 mil é possível comprar uma casa de 125 m² (39% abaixo do valor de avaliação). Em Porto Alegre (RS), um apartamento de 53 m² recebe lances a partir de R$ 129,3 mil (46% de deságio).

Parcelamento

Todos os imóveis possuem os débitos de condomínio e IPTU quitados até a data do leilão. O Santander oferece facilidades de pagamento que variam conforme o tipo do imóvel. Para os residenciais, há financiamento de até 80% da propriedade em até 420 meses; para salas comerciais, o financiamento é em até 360 meses; para imóveis comerciais (exceto salas comerciais) existe a opção de parcelamento em até 11 vezes sem juros ou em até 60 vezes com juros. Lotes e terrenos devem ser adquiridos exclusivamente à vista.

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O edital e informações dos eventos estão disponíveis nos links de cada leilão ou no portal do Santander ( www.santanderimoveis.com.br ).

Para participar

Para conhecer os imóveis, ver as condições e preços, o interessado deve entrar no site Leilões de Imóveis .

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