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British Airways envia aviões Airbus A380 para armazenamento na Espanha

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Calebe Murilo

British Airways envia aviões Airbus A380 para armazenamento na Espanha

Definitivamente o ano de 2020 vai ficar marcado na história da aviação. A pandemia mudou a dinâmica do mercado de maneira abrupta. Companhias aéreas de todo o mundo, principalmente as operadoras do gigante Airbus A380 tiveram que se adaptar a nova realidade, com a queda na demanda.

Conforme apresentado nos resultados do Grupo IAG, referentes ao segundo semestre, foi considerado manter as 12 unidades do quadrijato da British Airways fora de operação por tempo indeterminado. Possivelmente, estes retornarão à ativa a medida que houver crescimento na demanda.

Recentemente, a companhia inglesa enviou duas unidades para armazenamento no aeroporto espanhol de Teruel, matriculados G-XLEA e G-XLEB. Anteriormente, essas estavam localizadas em Chateauroux, na França, porém, gradativamente estão sendo transportadas para aeroportos espanhóis.

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Foto: Aeroporto de Teruel © via Twitter.

Sendo um dos modelos mais afetados no cenário pandêmico, dada sua alta capacidade, muitos desses jatos foram estocados ou descontinuados das operações. No continente europeu, duas companhias deixaram de voar com o gigante, a francesa Air France e a alemã Lufthansa.

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Atualmente, apenas algumas unidades dessas aeronaves estão voando para companhias como a árabe Emirates e a chinesa China Southern, principalmente em voos de cargueiros e de repatriação.

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Turismo: FecomercioSP pede prorrogação de medidas de flexibilização

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O Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) enviou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, além de secretários da pasta, pedindo que o governo estenda as medidas que flexibilizaram remarcações, cancelamentos e reembolsos para companhias aéreas a outros segmentos do turismo por, pelo menos, dois anos.

No último dia do ano passado, o presidente editou a Medida Provisória (MP) 1.024/2020 , que prorrogou para até 31 de outubro de 2021 a vigência de normas estabelecidas na metade do ano passado, com o objetivo de ajudar o setor aéreo a enfrentar a crise de covid-19. Entre elas, a possibilidade de os reembolsos por passagens canceladas serem feitos em até 12 meses após a data da compra, ou opção de, em vez do ressarcimento, o consumidor poder alterar a data do voo sem multas contratuais.

Segundo a FecomercioSP, as mesmas regras estavam em vigência para todos os outros segmentos do turismo brasileiro, por meio da MP 948/2020, convertida na Lei 14.046/2020. “Essas medidas foram essenciais para que as empresas turísticas não perdessem liquidez e, assim, continuassem operando mesmo em meio aos impactos significativos da pandemia sobre o setor – mantendo negócios e empregos. No entanto, a lei não está mais em vigor”, informou a entidade em comunicado.

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Sem a renovação das medidas de flexibilização para o setor de turismo, o assessor técnico do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Guilherme Dietze, disse que as empresas têm sete dias para realizar o reembolso. “O que estamos querendo são esses doze meses para dar uma folga de caixa para as empresas”, disse.

“O que precisamos agora, o que estamos argumentando nesse documento, é que se estenda esse prazo, porque se está vendo aí a segunda onda da pandemia, pode ocorrer novos cancelamentos em massa, novas remarcações. Com isso, se voltar o prazo anterior [à pandemia], que é de sete dias, as empresas de turismo – hotéis, hospedagem, transporte, eventos, shows etc – elas não têm caixa nesse momento para reembolsar o cliente de forma integral no curto prazo, ela precisa de um prazo maior para poder conseguir fôlego e pagar esse consumidor”, explicou Dietze.

Segundo levantamento da entidade, o setor perdeu R$ 51,5 bilhões em faturamento durante a pandemia de coronavírus entre março e novembro de 2020. O rombo foi de 33,4% a menos nas receitas do setor em comparação ao mesmo período de 2019.
 
O Ministério do Turismo confirmou o recebimento da demanda realizada pela FecomercioSP e disse, em nota, que “realiza, no momento, estudo de viabilidade para encaminhamento junto aos demais órgãos do governo federal”.

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“Desde o início da pandemia, a pasta tem trabalhado com agilidade para garantir a manutenção de empresas e empregos do setor por meio de ações como concessão de crédito extraordinário, bem como as condições para a retomada segura das atividades por meio da criação do selo Turismo Responsável, com protocolos de segurança para 15 atividades do setor”, finalizou a pasta.

Edição: Fábio Massalli

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