Momento Economia

CAGED aponta criação de 253 mil empregos formais em outubro no país

Publicados

em


source
CAGED aponta criação de 253 mil empregos formais em outubro
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

CAGED aponta criação de 253 mil empregos formais em outubro

O Brasil criou 253.083 vagas de emprego formal no mês de outubro e soma 2.645.974 postos de trabalho nos dez primeiros meses de 2021. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho.

O mercado de trabalho formal vem registrando saldos positivos desde julho de 2020 – a exceção foi dezembro, que teve saldo negativo. No entanto, o bom desempenho não foi tão forte assim. Ajustes na série do Caged diminuíram o saldo do ano passado em 46,82% em relação ao divulgado pelo próprio governo no mês de janeiro.

O desempenho do mercado formal reflete a retomada da economia no período de reabertura da pandemia da Covid-19. Também mostra os efeitos do programa de manutenção do emprego e renda (BEm), que permite a suspensão de contratos de trabalho e redução de jornada e salários, com um período subsequente de estabilidade no emprego, contribui para a manutenção desses postos.

Leia Também:  Crédito imobiliário: Caixa fará novas exigências para reduzir juros

Leia Também

Caged X Pnad

O resultado do Caged difere do retratado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE. A última rodada do levantamento, também divulgada nesta terça-feira, aponta uma diminuição na taxa de desemprego no Brasil, que foi de 12,6% no terceiro trimestre.

Ainda assim, há 13,5 milhões de brasileiros procurando por trabalho. O perfil das vagas criadas na reabertura, com menor qualificação e retorno do mercado informal, associada ao aumento da inflação provocaram forte queda na renda média do trabalhador.

A Pnad considera vagas formais e informais, e apresenta dados trimestrais. Já as informações do Caged refletem números mensais apenas de empregos formais.

Enquanto a pesquisa do IBGE investiga todos os tipos de ocupação, nos mercados formal e informal, além de empresários e funcionários públicos, o Caged só considera aqueles que trabalham com carteira de trabalho assinada.

Leia Também:  Site do BC sai do ar após anúncio de devolução de dinheiro esquecido

Propaganda

Momento Economia

Projeto dá reajuste anual para pensão vitalícia a filhas de militares

Publicados

em


source
Bolsonaro cercado de militares
Fernando Frazão/Agência Brasil

Bolsonaro cercado de militares

O Projeto de Lei 3132/21 regulamenta a pensão vitalícia recebida por filhas de militares para tornar obrigatório recalcular anualmente a alíquota da contribuição paga pela pensionista. O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, também permite, a qualquer momento, a renúncia ao direito à pensão para filha solteira.

O texto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Ainda não há data prevista para análise.

De acordo com o texto, para assegurar o equilíbrio entre as contribuições pagas, inclusive por pensionistas, e os benefícios esperados, fica estabelecido que a alíquota específica de contribuição (3%) paga por filhas não inválidas pensionistas vitalícias deverá ser recalculada anualmente.

A proposta também permite, a qualquer momento, a renúncia ao direito de pensão por morte cuja beneficiária seja filha solteira, devendo a União indenizar o contribuinte por valores pagos entre 31 de agosto de 2001 — data da Medida Provisória 2.215-10/01, que trata da reestruturação da remuneração dos militares das Forças Armadas — e a data da solicitação da renúncia, com valores corrigidos.

Leia Também:  Crédito imobiliário: Caixa fará novas exigências para reduzir juros

Leia Também

Autor da proposta, o deputado Darci de matos (PSD-SC) espera que as alterações no texto da medida provisória reduzam “a disparidade entre os benefícios e os custos envolvidos, tornando a sociedade mais justa”.

Ele lembra que a pensão vitalícia para filhas de militares foi criada na década de 1960, quando o mercado de trabalho para mulheres era mais restrito.

“Os tempos mudaram e esse benefício se tornou desatualizado e injusto. Desatualizado porque o mercado de trabalho para as mulheres é muito mais amplo do que na década de 1960 e injusto porque é um benefício que não é extensível a outros setores da sociedade”, concluiu.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA