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Caixa Econômica inicia pagamento do abono salarial para nascidos em outubro

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O Dia

Caixa Econômica inicia pagamento do abono salarial para nascidos em outubro
Nesta quarta-feira, a Caixa Econômica inicia o pagamento do abono salarial calendário 2020/2021 do PIS para os trabalhadores nascidos em outubro que ainda não receberam por meio de crédito em conta. Mais de 731 mil trabalhadores têm direito ao saque do benefício, totalizando R$ 565 milhões em recursos disponibilizados. 

O valor do abono varia de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2019. Beneficiários correntistas da Caixa Econômica, nascidos entre julho e dezembro, já receberam o benefício por meio de crédito em conta no último dia 30 de junho. Os demais recebem conforme o cronograma estipulado pelo banco.

Neste ano, ainda está previsto o pagamento dos nascidos em novembro no dia 17 do próximo mês, enquanto os aniversariantes de dezembro vão retirar o dinheiro no dia 15 do último mês do ano. Já os nascidos entre janeiro e junho só recebem no ano que vem, no calendário entre 19 de janeiro a 17 de março.

Os valores podem ser sacados com o cartão do cidadão e senha nas agências, terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui. Cerca de dois milhões de trabalhadores que não realizaram o saque do Abono Salarial do calendário anterior, finalizado em 29 de maio deste ano, ainda podem sacar os valores. O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021. Em todo o calendário, a Caixa Econômica irá disponibilizar R$ 15,8 bilhões para 20,5 milhões trabalhadores.

Quem tem direito

Tem direito ao Abono Salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou eSocial, conforme categoria da empresa.

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Recebem o benefício no banco os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas. As pessoas que trabalham no setor público tem inscrição PASEP e recebem o benefício no Banco do Brasil.

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Brasil vai ter o menor investimento na década desde os anos 80, diz FGV

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Brasil Econômico

Notas de dólar
Arquivo/Agência Brasil

Investimento internacional vai cair mais no Brasil

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) mostra que o Brasil vai ter a menor taxa de investimento em uma década registrada desde os anos 80. Os dados mostram que, entre 2011 e 2020, os investimentos vão ter uma queda média de 2,2% ao ano.

Considerado como o um sinal da recessão pela qual o País passa, o investimento é mais um dado que evidencia a fraqueza econômica na década atual. Um outro levantamento do Ibre também já apontou que o Produto Interno Bruto (PIB) do período de 2011 e 2020 será o pior pelo menos dos últimos 120 anos.

Nos anos recentes, o fraco desempenho dos investimentos se concentrou de 2014 em diante, período a partir do qual a economia brasileira enfrentou uma dura recessão até 2016. Depois disso, o Brasil observou um triênio de lenta recuperação, mas agora em 2020 a economia voltou a ser impactada, dessa pela pandemia da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

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Para calcular o dado do investimento na década atual, o Ibre utilizou a projeção para o desempenho do investimento contida no relatório de inflação, do Banco Central. A expectativa é de queda de 6,6% neste ano.

Se não houvesse a crise provocada pela pandemia, porém, o desempenho do investimento continuaria fraco. No relatório de inflação de dezembro do ano passado, portanto, antes de iniciada a pandemia, a expectativa era de alta de 4,1% para os investimentos. Se esse resultado se concretizasse, a década atual ainda apresentaria uma queda média de 1,2%.

A taxa de investimentos é medida pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que apura tudo o que se investe em máquinas, bens duráveis, aumento da capacidade produtiva e construção civil.

O avanço deste componente do PIB é fundamental para que o país consiga colher um crescimento mais sustentável e robusto ao longo dos próximos anos e, assim, aumentar a riqueza da sua população, afirmam os economistas. Mas desde 1980, o avanço médio da taxa investimento no país é de apenas 0,5% ao ano.

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