Momento Economia

Caixa libera saque-aniversário para nascidos em maio; veja as datas

Publicados

em


source
Saque aniversário para nascidos em maio estão disponíveis
Agência Brasil

Saque aniversário para nascidos em maio estão disponíveis

A Caixa Econômica Federal iniciou os depósitos do saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para quem nasceu em maio. As retiradas podem ser feitas até 30 de julho.

O benefício permite o saque de parte do fundo de garantia no mês de nascimento do beneficiário. Quem tem até R$ 500 em depósitos, tem direito à 50% do benefício, enquanto valores acima de R$ 20 mil, o beneficiário terá apenas 5% do FGTS.

A retirada do saque aniversário retira do direito de sacar o fundo de garantia em caso de demissão sem justa causa. No entanto, é considerado um bom meio para os beneficiários que precisam do dinheiro rapidamente ou os que pediram demissão de seus empregos.

Confira o calendário de saques-aniversário

  • Janeiro – 4/1 a 31/3        
  • Fevereiro – 1/2 a 30/4   
  • Março – 1/3 a 31/5         
  • Abril – 1/4 a 30/6             
  • Maio – 3/5 a 30/7            
  • Junho – 1/6 a 31/8         
  • Julho – 1/7 a 30/9            
  • Agosto – 2/8 a 29/10      
  • Setembro – 1/9 a 30/11
  • Outubro – 1/10 a 31/12
  • Novembro – 1/11 a 31/1/22        
  • Dezembro – 1/12 a 28/2/22

Como solicitar o saque-aniversário

A solicitação do benefício pode ser feita no site ou aplicativo da Caixa até o último dia do mês de nascimento do beneficiário. A transferência é realizada gratuitamente em qualquer conta bancária.

Para conferir o saldo do FGTS é preciso acessar o site www.caixa.gov.br/extrato-fgts ou por meio das agências bancárias da estatal.

Propaganda

Momento Economia

INSS: revisão da aposentadoria está empatada no STF; veja o que esperar

Publicados

em


source
Caberá ao ministro Alexandre de Moraes desempatar na próxima quinta-feira (17)
Reprodução / STF

Caberá ao ministro Alexandre de Moraes desempatar na próxima quinta-feira (17)

Inicialmente previsto para terminar na sexta-feira (11), o julgamento sobre a “ revisão da vida toda ” dos benefícios previdenciários foi adiado por conta de um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes . O placar está empatado com cinco votos a favor e cinco contrários.

Os ministros discutiram se as regras da Constituição permitem aos aposentados utilizar todas as suas contribuições previdenciárias, inclusive os valores recolhidos antes do plano real, no recálculo do valor dos benefícios.

A decisão tem repercussão geral, ou seja, orienta todas as ações referentes à matéria nas instâncias inferiores. Ainda não há data para o término do julgamento.

Se for considerado constitucional, a revisão pode representar uma perda de R$ 46 bilhões para a União, de acordo com o INSS. O ministro relator Marco Aurélio, acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Cármen Lúcia, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski votaram nesse sentido.

Leia Também:  Caso Beto: Carrefour tenta reduzir indenização em R$ 5 mi e negociação empaca

Se posicionaram de forma contrária os ministros Nunes Marques, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Luiz Fux, presidente da Corte.

A matéria já foi julgada legal pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em um caso específico, mas o INSS recorreu da decisão. É esse recurso do órgão federal que está em análise pela Corte Suprema.

Você viu?

Segundo o presidente do INSS, Leonardo Rolim, além do impacto nas contas públicas, a revisão da vida toda pode paralisar o órgão, que já enfrenta o problema na fila de benefícios.

Ele explicou que a base de dados do INSS contém informações detalhadas dos segurados somente a partir de 1991, o que vai exigir um trabalho adicional dos servidores para checar todo o período contributivo dos trabalhadores.

— Dependendo da decisão pode ser um desastre. O INSS pode parar — afirmou Rolim na quinta-feira.

Ele mencionou outro problema, que é a revisão de contribuições previdenciárias anteriores ao plano real, quando o país vivia períodos de hiperinflação. Com a instabilidade, destacou, os valores podem não corresponder a realidade e prejudicar ainda mais o equilíbrio do regime de aposentadoria.

Leia Também:  Apoio do BNDES permitiu à Fiocruz avançar na produção do IFA nacional

A disputa na Justiça pela revisão do valor da aposentadoria tem como argumento a reforma da Previdência realizada em 1999, que mudou a fórmula de cálculo do benefício.

Para quem entrou no mercado de trabalho até novembro de 1999, a fórmula de cálculo é feita com base em 80% das maiores contribuições realizadas a partir de julho de 1994. Para quem entrou a partir de novembro de 1999, ficou estabelecido que a conta seria feita sobre 80% dos mais altos recolhimentos desde o início das contribuições.

Quem concentrou as maiores contribuições antes da vigência do real alega que foi prejudicado.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA