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Caixa paga hoje auxílio emergencial a nascidos em junho

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Trabalhadores informais nascidos em junho recebem hoje (26) a sexta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto. Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial

Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial – Caixa/Divulgação

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

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O pagamento da sexta parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 17 e segue até o dia 30. Amanhã (27), o pagamento continua para os beneficiários com NIS de final 7. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família

Calendário de pagamento da sexta parcela do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família – Divulgação/Caixa

Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Edição: Lílian Beraldo

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TCU pede inspeção no Planalto para obter documentos sobre orçamento secreto

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Palácio do Planalto poderá ser alvo de inspeção do TCU
Rogério Melo/PR

Palácio do Planalto poderá ser alvo de inspeção do TCU

A Secretária de Controle Externo da Administração do Estado do Tribunal de Contas da União (TCU) solicitou uma inspeção no Palácio do Planalto para apurar supostas irregularidades na distribuição de recursos do orçamento secreto. Segundo a equipe técnica, há indícios de mal uso do dinheiro público e será necessário mais documentos para apurar as denúncias.

As inspeções devem acontecer nos ministérios da Cada Civil, Secretaria-Geral da Presidência e Secretaria de Governo, principais articuladores e responsáveis por distribuir os recursos por meio de emendas do relator (RP-9). O pedido dos auditores está na mesa do ministro Raimundo Carreiro, que deverá decidir sobre o assunto nos próximos dias.

Para os auditores, o governo não seguiria critérios para a distribuição de valores destinados ao orçamento secreto. A equipe do tribunal ainda questiona a transparência dada pelo Planalto sobre a destinação dos recursos.

Nas inspeções, o TCU solicitará documentos, arquivos e ouvirá funcionários informalmente, além de fiscalizar os dados apurados e os entregues pela presidência da República. Os auditores, no entanto, não podem apreender equipamentos ou determinar que alguém preste depoimento.

Segundo a equipe técnica, as investigações são relacionadas a distribuição de recursos por parte do Palácio do Planalto. Os gastos feitos por prefeitos a empresas não estão no âmbito das apurações do tribunal.

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