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Caixa paga hoje auxílio emergencial para nascidos em fevereiro

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A Caixa segue hoje (2) com o ciclo 2 de pagamentos das parcelas do auxílio emergencial. Os créditos começam pelos beneficiários nascidos em janeiro, no dia 28 de agosto, e hoje será liberado o pagamento para cerca de 3,5 milhões nascidos em fevereiro. O segundo ciclo de pagamentos vai até 27 de outubro.

Neste ciclo, mais três públicos foram incluídos: trabalhadores que fizeram o cadastro nas agências dos Correios entre 2 de junho e 8 de julho; trabalhadores que fizeram a contestação pelo site da Caixa ou App Caixa Auxílio Emergencial de 3 de julho a 16 de agosto e foram considerados elegíveis; beneficiários que tenham recebido a primeira parcela em meses anteriores, mas que tiveram o benefício reavaliado em agosto. No caso das reavaliações, o benefício foi liberado novamente para 148 mil pessoas.

Os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e fazer compras na internet e nas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta Poupança Social Digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período de acordo com o mês de nascimento. Para os beneficiários nascidos em fevereiro, os saques e transferências serão liberados no dia 22 de setembro.

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Aqueles que tiveram os pagamentos retidos vão receber todas as parcelas a que têm direito de uma só vez, dentro do Ciclo 2. Já os trabalhadores que optaram por realizar o cadastro nos Correios e aqueles que contestaram vão receber a primeira parcela dentro do Ciclo 2. As parcelas P2 e P3 serão pagas no Ciclo 3 e as parcelas P4 e P5, no Ciclo 4.

Confira os calendários de crédito na poupança social e de saques:

Calendário de pagamentos – Ciclo 2

Crédito em poupança social da Caixa

28 de agosto

(sexta-feira)

2 de setembro

(quarta-feira)

4 de setembro

(sexta-feira)

9 de setembro

(quarta-feira)

11 de setembro

(sexta-feira)

16 de setembro

(quarta-feira)

Nascidos em janeiro

Nascidos em fevereiro

Nascidos em março

Nascidos em abril

Nascidos em maio

Nascidos em junho

 

18 de setembro

(sexta-feira)

23 de setembro

(quarta-feira)

25 de setembro

(sexta-feira)

28 de setembro

(segunda-feira)

30 de setembro

(sexta-feira)

 

Nascidos em julho

Nascidos em agosto

Nascidos em setembro

Nascidos em outubro e novembro

Nascidos em dezembro

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Fonte: Caixa Econômica Federal

Calendário de saques em dinheiro e transferências – Ciclo 2

19 de setembro

(sábado)

22 de setembro

(terça-feira)

29 de setembro

(terça-feira)

1º de outubro

(quinta-feira)

3 de outubro

(sábado)

6 de outubro

(terça-feira)

Nascidos em janeiro

Nascidos em fevereiro

Nascidos em março

Nascidos em abril

Nascidos em maio

Nascidos em junho

 

8 de outubro

(quinta-feira)

13 outubro

(terça-feira)

15 de outubro

(quinta-feira)

20 de outubro

(terça-feira)

22 de outubro

(quinta-feira)

27 de outubro

(terça-feira)

Nascidos em julho

Nascidos em agosto

Nascidos em setembro

Nascidos em outubro

Nascidos em novembro

Nascidos em dezembro

Fonte: Caixa Econômica Federal

Edição: Valéria Aguiar

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Dólar fecha R$ 5,55, em alta pela terceira semana seguida

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Agência Brasil

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Thinkstock/Getty Images

Novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19, fez o dólar subir

Em mais um dia de instabilidade no mercado internacional, a moeda norte-americana voltou a subir e encerrou em alta pela terceira semana seguida. O  dólar comercial fechou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,554, com alta de R$ 0,044 (+0,8%). O dólar fechou a semana com alta acumulada de 3,29%.


A moeda chegou a aproximar-se de R$ 5,60 durante o dia, mas desacelerou perto do fim da sessão. A divisa acumula alta de 1,33% em setembro e de 38,4% em 2020.

A força do dólar ante o real nesta semana ocorreu em sintonia com um movimento de aversão no mercado internacional. A cotação refletiu o aumento da demanda por dólares em todo o planeta depois que indicadores apontaram desaceleração econômica nos Estados Unidos e na Europa, elevando temores sobre a sustentabilidade da retomada de diversas economias avançadas.

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A esse medo se somaram novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19 no continente. Nos Estados Unidos, a semana foi marcada pela continuação do impasse sobre um novo pacote de estímulos, num momento em que o Federal Reserve (Banco Central do país) informou ter pouco espaço para reduzir juros.

No mercado de ações, a bolsa de valores começou o dia com fortes perdas, mas reverteu o movimento ao longo da sessão e encerrou perto da estabilidade. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta sexta-feira aos 96.999 pontos, com leve recuo de 0,01%.

Esta foi a quarta semana seguida em que o Ibovespa acumula perdas. Em setembro, o índice recuou 2,38%, no caminho de registrar pior resultado para o mês desde 2015.

*Com informações da Reuters

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