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Câmara do Rio aprova reforma da Previdência que afetará quase 100 mil; conheça

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Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas

Por 23 votos a 22, a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou na noite desta terça-feira (13), em discussão final, o projeto que aumenta de 11% para 14% a alíquota previdenciária de todos os servidores da ativa e os aposentados e pensionistas que ganham acima do teto previdenciário de R$ 6.433,57. A medida atingirá quase cem mil servidores do Executivo, da Câmara do Rio e do Tribunal de Contas do Município (TCM): 87.079 servidores da ativa e 12.658 aposentados e pensionistas, totalizando 99.737 matrículas. O texto vai agora a sanção do prefeito Eduardo Paes.

O desconto não pode ser aplicado de forma imediata, já que tem que obedecer ao princípio da noventena, a partir da sanção do projeto. A previsão é que, por ano, a reforma da Previdência do Rio gere uma receita extra de R$ 200 milhões para o Funprevi.

O governo argumentou que o aumento da contribuição tem o objetivo de adequar a legislação previdenciária carioca às regras federais que preveem a alíquota de 14% para todos os servidores da ativa e para os aposentados. A mudança foi proposta em um projeto que tenta reduzir o rombo do Fundo de Previdência do Município (Funprevi), com déficit de cerca de R$ 1 bilhão por ano. O plano inclui ainda um aumento de 22% para 28% da contribuição da prefeitura para a aposentadoria dos servidores.

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O projeto ainda aponta outras fontes de recursos para financiar o Funprevi, como a exploração (aluguel ou venda) do patrimônio imobiliário do Rio e operações financeiras para antecipar parte das receitas futuras dos royalties do petróleo até o limite de R$ 28,2 milhões por mês. No ano passado, o ex-prefeito Marcelo Crivella tentou realizar feito semelhante, mas não foi autorizado pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Segundo a corte, a operação configuraria uma tipo de empréstimo. E operações dessa natureza são proibidas pela legislação nos quatro últimos meses do governo.

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Ânimos exaltados durante a sessão extraordinária

Depois que os vereadores aprovaram à tarde as mudanças em primeira discussão com diferença de só um voto , a segunda aconteceu em sessão extraordinária e com os ânimos exaltados. Tarcísio Motta (PSOL) e Reimont (PT) propuseram que o debate final fosse adiado. Havia a expectativa de que com a presença de Jones Mour (PSD), que não participou da primeira votação, o placar poderia terminar em 23X23. Nesse caso, o presidente Carlo Caiado (DEM) teria que dar o voto de minerva.

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Oposição diz que desconto maior é ‘duro golpe’

A vereadora Tainá de Paula (PT) afirmou que o aumento da alíquota de contribuição é um “duro golpe” em plena pandemia para os profissionais de saúde que se esforçam nas unidades públicas para tentar salvar vidas:

“Não é reforma previdenciária. É uma retirada de direitos de servidores à toque de caixa”, diz.

Antes da votação, Vera Lins, líder do Progressistas na Casa e presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, disse que a proposta encaminhada pelo prefeito Eduardo Paes “é uma verdadeira covardia contra todos os servidores, sejam ativos ou inativos”. Segundo a vereadora, não dá para entender porque em todo ou qualquer debate sobre déficits no sistema previdenciário, seja municipal, estadual ou federal, sempre é proposto o aumento da contribuição dos trabalhadores.

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Setor financeiro já percebe valor agregado pela Transformação Digital

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Setor financeiro já percebe valor agregado pela Transformação Digital
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Setor financeiro já percebe valor agregado pela Transformação Digital

Com base em uma pesquisa global de executivos do setor bancário e de seguros1,, a Fujitsu ­- líder em tecnologia da informação e comunicação que ajuda as empresas a acelerarem a inovação em ambientes híbridos de TI e multicloud – encontrou evidências do valor fornecido pela Transformação Digital (TD) no setor. Cerca de 85% disseram que as iniciativas de TD aumentaram positivamente as receitas, e 84% tiveram a mesma visão sobre a melhoria do risco e da segurança.

“Os altos níveis de satisfação mostrados pela pesquisa são ainda mais relevantes dado que as instituições financeiras têm mais maturidade digital que os demais setores. Bancos e seguradoras se transformaram na última década, inaugurando novas soluções digitais, excelência em Omnichannel e experiência de clientes e funcionários, tudo apoiado pela transformação dos negócios e pela capacitação tecnológica”, avalia Alex Takaoka, diretor de Vendas da Fujitsu do Brasil.

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O estudo ainda mostra que uma grande maioria também relatou que a TD contribuiu para fortalecer o relacionamento com os clientes (83%), construir confiança (83%), viabilizar novos ecossistemas (82%) e impulsionar uma abordagem de negócios sustentável orientada para o propósito (82%). Além disso, a pesquisa revela ainda que a maioria das empresas do segmento tem estratégias e implementações maduras de TI em áreas-chave: mais de 80% dos entrevistados relataram implementações maduras em vigor em segurança cibernética (86%), iniciativas de transformação digital em geral (84%), nuvem privada (83%) e inovação no local de trabalho (83%).

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