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China não está disposta a resgatar Evergrande, diz jornal

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China não está disposta a resgatar Evergrande, diz jornal
Fernanda Capelli

China não está disposta a resgatar Evergrande, diz jornal

O governo da China está pedindo para autoridades locais se prepararem para uma eventual quebra da Evergrande, megaincorporadora imobiliária que tem mais de US$ 300 bilhões em dívidas e está à beira da falência.

A informação é do diário americano The Wall Street Journal, que cita “fontes oficiais próximas às discussões”. Segundo o jornal, isso indica a relutância de Pequim em resgatar uma das maiores empresas do país.

As recomendações do governo chinês são para as autoridades se prepararem para uma “possível tempestade”. Agências locais e empresas estatais teriam sido instruídas a agir apenas “no último minuto, caso a Evergrande não consiga administrar seus negócios de forma ordenada”.

Já a Bloomberg afirma que Pequim emitiu uma série de instruções para a incorporadora, pedindo prioridade na conclusão dos projetos em construção, no reembolso de investidores individuais e no pagamento de obrigações de curto prazo em dólar.

A Evergrande tem uma dívida de US$ 83,5 milhões que vence nesta quinta-feira (23), mas com 30 dias de tolerância antes da declaração de insolvência.

Por meio de um comunicado, o presidente e fundador da incorporadora, Hui Ka Yan, disse que será “prioridade absoluta” ajudar os investidores de varejo e que a empresa “fará seu melhor para retomar o trabalho e a produção”.

A Evergrande tem 1,4 milhão de imóveis em construção e emprega cerca de 200 mil pessoas.

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Brasil perdeu ao menos R$ 460 bi em impostos para a sonegação em 2020

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Brasil perdeu bilhões para a sonegação
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Brasil perdeu bilhões para a sonegação

O Brasil deixou de arrecadar entre R$ 460 bilhões e R$ 600 bilhões em impostos em 2020, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) e divulgado pelo Metrópoles neste domingo (28).

O valor equivale a cerca de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e soma tanto a evasão fiscal de empresas, que ficou entre R$ 320 bilhões e 420 bilhões no período, quanto o trabalho informal, que representa quantia estimada entre R$ 140 bilhões e R$ 180 bilhões.

Eduardo Mansur, presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (Abat), explica que o alto índice de sonegação acontece, sobretudo, porque o processo tributário é complexo. “É um sistema que compreende muita tributação que se sobrepõe na cadeia, passando pela produção, pelo comércio e varejo, chegando na ponta, no consumidor”, disse ele ao Metrópoles.

A alta tributação sobre a folha de salários também contribui para a sonegação. Em 2020, este fator foi o responsável por 20% da evasão. “Você tem uma tributação muito pesada sobre os encargos de trabalho e previdenciários”, afirma Mansur.

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Além das consequências econômicas pela diminuição na arrecadação de impostos, a sonegação traz ainda outros problemas, avalia ele. “Se você tem um ambiente que assegura uma imunidade para o sonegador, você cria um ambiente de concorrência desleal no mercado, o que também é ruim para o investidor”.

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