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Com produção de junho, campo de Atapu vira 6º maior produtor do país

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O campo de Atapu, localizado na região do pré-sal da Bacia de Santos, produziu no mês de junho deste ano 111,763 mil barris de óleo equivalente por dia (Mboe/d), sendo 91,881 mil barris por dia (Mbbl/d) de petróleo e 3,161 milhões de metros cúbicos por dia (MMm3/d) de gás natural. O resultado coloca o campo de Atapu, um ano após iniciar a produção, como o quarto maior campo produtor do pré-sal e o sexto maior do país.

A informação foi divulgada hoje (28) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com a agência, os volumes excedentes de Atapu serão ofertados na 2ª Rodada dos Volumes Excedentes da Cessão Onerosa, que deverá ocorrer em dezembro.

A produção nacional totalizou 3,757 MMboe/d, sendo 2,903 MMbbl/d de petróleo e 136 MMm3/d de gás natural. A produção de petróleo teve queda de 1% em comparação com o mês anterior e de 3,6% em relação ao mesmo mês de 2020. Já no gás natural, houve incremento de 0,9% em comparação com maio de 2021 e de 5,7% em relação a junho do ano passado.

A produção do pré-sal foi de 2,142 MMbbl/d de petróleo e 90,9 MMm³/d de gás natural, totalizando 2,714 MMboe/d. O resultado revela aumento de 0,9 % em relação ao mês anterior e de 1,6% na comparação com igual mês de 2020. A ANP informou que a produção do pré-sal teve origem em 129 poços e correspondeu a 72,2% do total produzido no Brasil.

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O aproveitamento de gás natural em junho alcançou 97,7%. Foram disponibilizados ao mercado 58,9 MMm³/dia. A queima de gás no mês atingiu 3,1 MMm³/d, mostrando aumento de 6,1% se comparada ao mês anterior, mas com redução de 0,1% em relação ao mesmo mês em 2020.

Destaques

No mês de junho deste ano, os campos marítimos produziram 97% do petróleo e 82,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras responderam por 92,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

O campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural em junho, registrando 914 Mbbl/d de petróleo e 42,6 MMm3/d de gás natural. A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de petróleo, no total de 156.416 bbl/d.

Ainda de acordo com a ANP, a instalação Polo Arara, produzindo nos campos de Arara Azul, Carapaúna, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, por meio de 29 poços a ela interligados, foi a instalação com maior produção de gás natural, da ordem de 6,863 MMm³/d.

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Enquanto Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres (1.005), o campo de Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores (61).

Já os campos de acumulações marginais produziram, em junho, 365,4 boe/d, sendo 75,1 bbl/d de petróleo e 46,2 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 284 boe/d.

A ANP informou também que, no mês de junho deste ano, foram responsáveis pela produção nacional 263 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 37 empresas. Do total, 58 áreas são marítimas e 213 terrestres, sendo 11 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.437 poços, dos quais 495 são marítimos e 5.942 terrestres.

Edição: Aline Leal

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Começam a valer hoje novas alíquotas do IOF

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As novas alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que começam a valer hoje (20), aumentam o custo do crédito para empresas e famílias. O aumento, que é de 36%, vai ser cobrado até o dia 31 de dezembro de 2021 e incidirá sobre operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos e valores mobiliários. O objetivo do governo é custear o Auxílio Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família.

O que é o IOF

O IOF é um imposto cobrado pelo governo em alguns tipos de transações financeiras. Ele é composto por duas alíquotas diferentes: a diária e a fixa que incidem sobre operações de crédito, câmbio (compra e na venda de moeda estrangeira, como o dólar), de seguro realizadas por seguradoras, relativas a títulos ou valores mobiliários e também em operações com ouro.

Isto significa que, quando o imposto aumenta, mais caro fica o custo efetivo total de cada uma das operações.

No caso do decreto publicado pelo governo no Diário Oficial da União, o aumento da alíquota do IOF vai incidir nas operações de operações de crédito (como empréstimo e financiamento). O aumento também será aplicado em operações de financiamento para aquisição de imóveis não residenciais, em que o mutuário seja pessoa física.

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Para as pessoas físicas a alíquota passa de 3% ao ano (diária de 0,0082%) para 4,08% ao ano (diária de 0,01118%). Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% (atual alíquota diária de 0,0041%) para 2,04% (diária de 0,00559%).

Ou seja, a nova tarifa vai ser aplicada, por exemplo, quando alguém entrar no cheque especial ou atrasar a fatura do cartão e em financiamentos.

Vale destacar que os novos valores serão cobrado apenas na alíquota diária dessas operações de crédito. Nesses casos, a base de cálculo é o valor do principal de cada liberação.

Um exemplo: quem cair no rotativo do cartão de crédito será cobrado em 0,38% do valor mais uma taxa diária de 0,01118%. A mesma alíquota será aplicada no empréstimo consignado e no cheque especial.

Outro ponto importante é que o decreto deixa de fora da cobrança das novas alíquotas as pessoas jurídicas do Simples Nacional. Para elas, permanece a atual alíquota para operações diárias de crédito, que 0,00137% ao dia.

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Edição: Maria Claudia

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