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Confiança da indústria cresce 12,2 pontos em julho, diz FGV

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O Índice de Confiança da Indústria medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) cresceu 12,2 pontos em julho, alcançado 89,8 pontos, a segunda maior variação positiva da série histórica.

Em julho, 18 dos 19 segmentos industriais pesquisados tiveram aumento da confiança. Segundo a FGV, o resultado decorre de melhor avaliação dos empresários em relação ao momento presente e, principalmente, diminuição do pessimismo para os próximos três e seis meses.

O Índice de Expectativas (IE) subiu 14,3 pontos, para 90,5 pontos enquanto o Índice de Situação Atual (ISA) cresceu 9,9 pontos, para 89,1 pontos. Ambos, entretanto, ainda se mantêm em nível abaixo de março. Nos últimos três meses, o IE recuperou aproximadamente 78% das perdas observadas em março e abril, enquanto o ISA, atingiu 65%.

Segundo a economista da FGV-IBRE, Renata de Mello Franco, em julho, a confiança da indústria de transformação continuou avançando impulsionada pela diminuição do pessimismo para os próximos três meses. Ela observou que os indicadores que medem a situação atual mostram que o grau de insatisfação com o momento presente permanece elevado.

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“Nesse mês, chama a atenção a recuperação dos indicadores de produção prevista e emprego previsto sugerindo novamente que, na opinião dos empresários, o terceiro trimestre tende a ser melhor do que o anterior. O baixo patamar do indicador de tendência dos negócios reflete cautela em relação à velocidade e consistência da recuperação dada incerteza ainda muito elevada”, disse, em nota, a economista.

Edição: Valéria Aguiar

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Momento Economia

Inflação para famílias de renda mais baixa fica em 0,50% em julho

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O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de consumo de famílias brasileiras com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,50%. A taxa ficou acima do 0,33% de junho. Segundo os dados, divulgados hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-C1 acumula taxa de inflação de 3,08% em 12 meses.

O IPC-C1 também ficou acima das taxas registradas pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a variação da cesta de consumo para todas as faixas de renda, e que teve inflações de 0,49% em julho e de 2,40% em 12 meses.

De junho para julho, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram alta em suas taxas de variação: habitação (de 0,07% em junho para 0,90% em julho), saúde e cuidados pessoais (de 0,11% para 0,54%), transportes (de 1,03% para 1,12%) e despesas diversas (de 0,10% para 0,25%).

Por outro lado, quatro grupos tiveram queda na taxa de junho para julho: alimentação (de 0,53% para 0,13%), comunicação (de 0,72% para 0,40%), educação, leitura e recreação (de -0,37% para -0,61%) e vestuário (de -0,10% para -0,25%).

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O IPC-C1 é calculado com base em preços coletados em sete capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Edição: Valéria Aguiar

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