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Confiança do empresário cai 3,3 pontos em novembro, diz FGV

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O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,3 pontos de outubro para novembro deste ano e chegou a 97 pontos em uma escala de zero a 200. De setembro para outubro, o indicador havia subido 0,4 ponto.

A queda em novembro foi puxada pela piora na confiança dos empresários em relação ao presente e ao futuro. O Índice da Situação Atual recuou 2,5 pontos e chegou a 97. Já o Índice de Expectativas cedeu 4,5 pontos e atingiu 95,8.

O ICE consolida os índices de confiança empresariais medidos pela FGV em quatro áreas: indústria, construção, serviços e comércio.

Os quatro segmentos tiveram queda na confiança na passagem de outubro para setembro, com destaque para o comércio, que caiu 6,2 pontos e chegou a 88, o patamar mais baixo entre os setores analisados.

A indústria teve a segunda maior queda (-3,1 pontos), mas continuou com o maior patamar entre os quatro segmentos (102,1 pontos) e foi o único a ficar acima de 100. A confiança dos serviços recuou 2,3 pontos, para 96,8, enquanto a construção cedeu 0,8 ponto, para 95,3 pontos.

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Edição: Kleber Sampaio

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Preço da gasolina está 9% defasado com relação à cotação internacional

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Felipe Moreno

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Com a escalada da cotação do petróleo no mercado internacional, a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) avalia que a Petrobras já tem defasagem de 9% na gasolina em relação ao mercado internacional.

Isso significaria a necessidade de um reajuste de R$ 0,29, em média, por litro na refinaria. O barril do petróleo tipo Brent, referência no mercado internacional está cotado acima de US$ 88.

Para os especialistas, nem mesmo a iniciativa dos governadores, que decidiram congelar por mais dois meses o valor de referência do ICMS , será capaz de impedir novo aumento do valor cobrado nas bombas.

O governo também indicou planos de aprovar uma PEC dos Combustíveis que permitiria zerar em caráter temporário os impostos federais, e o presidente Jair Bolsonaro disse que os estados poderiam optar por aderir ou não a esse movimento.

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Mas também há dúvidas de que a iniciativa impeça novo reajuste nos preços.

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