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Crise hídrica: Empresas criam plano para racionar o consumo de energia elétrica

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Crise hídrica: Empresas criam plano para racionar o consumo de energia elétrica
Fernanda Capelli

Crise hídrica: Empresas criam plano para racionar o consumo de energia elétrica

Com medo da crise hídrica devido ao baixo o nível de água nas hidrelétricas , em reunião com o Ministério de Minas e Energia, grandes empresas, consumidoras de muita energia, criam um plano para racionar o consumo com o objetivo de evitar um colapso no sistema de distribuição elétrica.

Dessa forma, devido ao racionamento de energia em 2001, que acabou afetando o Produto Interno Bruto (PIB) do País, assim como, paralisou a produção de várias empresas, essas instituições não querem chegar ao ponto de serem sancionadas com cortes obrigatórios.

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O plano

O plano das grandes empresas de produção para a redução de energia consistem em aliviar os horários de pico. Haverá medidas para aliviar o sistema nos horários entre 18h e 21h.

Logo, a maior preocupação é com possíveis apagões nesses horários, uma vez que a carga pode subir demais e pressionar o sistema elétrico .

Para saber mais, confira a  matéria completa em 1Bilhão Educação Financeira .

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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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