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Dia das crianças deve provocar alta mensal de 15% nas vendas de shoppings

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Agência Brasil

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Reprodução Shopping Recife

O dia das crianças é a segunda data mais importante do comércio no Brasil, depois do natal e do dia das mães

O dia das crianças deve provocar alta de 15% nas vendas de  shoppings na comparação com setembro. A expectativa é de um levantamento feito pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping.

O dia das crianças é a terceira data mais importante do comércio no Brasil, depois do natal e do dia das mães. Segundo o levantamento da Associação, 7 em cada 10 consumidores compram presentes de dia das crianças neste ano.


Pesquisa da FGV monitorou os preços de dia das crianças

O preço dos produtos e serviços mais procurados para o Dia Crianças subiram 3,21% entre outubro de 2019 e setembro de 2020. O aumento ficou abaixo da inflação média medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que foi de 3,6%. A informação foi dada à Agência Brasil pelo coordenador do IPC do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), André Braz.

Algumas despesas comuns na data, porém, superaram a inflação acumulada no período. É o caso dos computadores e periféricos, que subiram 9,24% nos últimos 12 meses.

“Subiram muito de preço em função da prática do home office (trabalho em casa), do uso desses equipamentos para ensino a distância e, também, para entretenimento”, explicou Braz. Segundo ele, a desvalorização do real frente ao dólar também contribuiu para a alta de preços.

Braz citou ainda hábitos mais ligados a serviços que também subiram acima da inflação média, entre os quais comer fora de casa (3,4%), tomar sorvetes fora de casa (5,9%); refrigerante (4,9%). Quanto aos presentes, tiveram aumento acima da inflação os preços de bicicletas (4,9%) e calçados (4,3%). Os aumentos foram menores em telefones celulares (2%), roupas (2,6%), instrumentos musicais (2,9%) e bonecas (2%). O único item em que os preços baixaram foi o de artigos esportivos (-3,9%).

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Otimismo no Rio

Segundo estudo do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) sobre o Dia das Crianças, as compras relativas à data deverão injetar na economia fluminense cerca de R$ 1,2 bilhão. A sondagem foi feita nos dias 28 e 29 de setembro com 635 consumidores do estado do Rio.

De acordo com o economista Rafael Zanderer, do IFec Rio, esta é a primeira vez neste ano que a movimentação econômica prevista ficou em linha com os resultados de 2019.Outro dado positivo é que o tíquete médio subiu de R$ 163,33, em 2019, para R$ 180,85, este ano, com alta de 10,4%. Brinquedos, com 58,6% da preferência dos consumidores, lideram a lista de produtos que serão mais adquiridos para a data.

Comércio lojista

Também os lojistas estão otimistas e projetam crescimento de 1,5% nas vendas para o Dia das Crianças, mostra a pesquisa Expectativa de Vendas do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio), que ouviu 500 representantes do setor que trabalham com os ramos de brinquedos, roupas, calçados, eletrônicos e artigos esportivos. Esta é a primeira expectativa positiva para uma data comemorativa em 2020, destacou o presidente do CDL Rio, Aldo Gonçalves.

A estimativa de expansão das vendas do comércio para o Dia das Crianças leva em consideração que as datas comemorativas anteriores (Dias das Mães, dos Pais e dos Namorados) ficaram abaixo das expectativas dos lojistas.

A pesquisa mostra ainda que os pais (74,5%), seguidos dos avós (18,2%), dos tios e padrinhos (7,3%) são os que mais presenteiam as crianças. Os lojistas da capital fluminense estimam que o preço médio dos presentes por pessoa fique em torno de R$ 120.

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Queda

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) projeta queda de vendas de 4,8% dos produtos e serviços relativos ao Dia das Crianças em todo o país em relação aos números do ano passado. A queda fica, porém, abaixo dos 8,1% registrados em 2016, quando o Brasil enfrentava também uma crise econômica. Segundo a CNC, o Dia das Crianças, que é a terceira data mais importante do varejo brasileiro, depois do Natal e do Dia das Mães, deve movimentar no país cerca de R$ 6,2 bilhões este ano.

Para o segmento de hiper e supermercados, espera-se alta de 3,2%, com movimentação de R$ 4,4 bilhões, ou o equivalente a 70,2% do total. De acordo com a CNC, este será o único segmento com crescimento de vendas no período. Para os demais setores, a entidade prevê perdas que podem chegar a 22,1%, caso de lojas de vestuário e calçados; 9,9%, para livrarias e papelarias; e 2,5%, para os ramos de brinquedos e eletrodomésticos, disse o economista Fabio Bentes, responsável pela pesquisa.

Cuidados

Por meio do Procon, a prefeitura do Rio de Janeiro alerta o consumidor sobre cuidados que devem ser tomados por pais e responsáveis na hora da compra dos presentes. O Procon recomenda que só devem ser comprados brinquedos que tenham o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) que garante, por exemplo, que foi aprovado em avaliações de química (metais nocivos à saúde), impacto (pontas cortantes) e inflamabilidade (risco de combustão em contato com o fogo).

Produtos falsificados ou fabricados em indústrias clandestinas podem não ser seguros, principalmente quanto à toxicidade do material usado na fabricação, alerta o Procon. Se houver duplicidade de preços, vale o menor.

O Procon recomenda ainda que, em compras pela internet, as pessoas desconfiem de ofertas mirabolantes, especialmente se a loja for desconhecida, assim como de fornecedores que só oferecem boleto bancário como forma de pagamento.

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Funcionários tatuam meta da empresa: internet reprova, empresa explica

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Mais Top Estética Tatuagem
Reprodução/Instagram

Tatuagem feita por um dos funcionários em homenagem às 100 filiais da empresa, estipulando a meta de 300 lojas

Recentemente, em comemoração às 100 lojas abertas pela Mais Top Estética , seis funcionários da empresa decidiram tatuar o número 300, simbolizando a meta de abrir 300 novas franquias. A internet não demorou para criticar a atitude, culpando o dono da companhia, que se mostrou, porém, não conivente com o ato.

Caio Rodrigues, CEO da Mais Top Estética, conta que a princípio não acreditou que os trabalhadores de fato fariam a tatuagem . “Não dei muito valor na hora. Daí passou uma ou duas horas eu vi uma movimentação do pessoal falando, eles me falaram que iam fazer de fato”.

O dono da empresa logo tratou de garantir que a responsabilidade de uma possível insatisfação com a tatuagem ficasse com os funcionários em si, uma vez que a ideia partiu deles e sem o respaldo da empresa .

“Eu fiquei preocupado, isso aqui pode ser passageiro pras pessoas que estão aqui, nem a gente sabe”, disse Rodrigues, mostrando a preocupação com o eventual fim do ciclo, mas com uma marca eterna na pele do trabalhadores.

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Segundo o CEO, os funcionários explicaram que, independente de qualquer coisa, a tatuagem representa um momento transformador da vida deles, momento que proporcionou crescimento, em diferentes âmbitos, para os trabalhadores .

Caio combinou que todos assinariam um termo de auto-responsabilidade, que foi aceito pelos funcionários com facilidade. O dono da empresa conta que achou que esse termo e toda a conversa sobre a possibilidade de, no futuro, esses funcionários deixarem a empresa fossem desestimulá-los, o que não ocorreu. “Não surtiu efeito, eles seguiram com a ideia e fizeram a tatuagem”, afirma o empresário.

Em pouco tempo, a notícia se espalhou na mídia, com muitos comentários negativos. Alguns internautas interpretaram a homenagem dos funcionários como uma jogada de marketing da própria empresa, pintando a Mais Top Estética como responsável pelas tatuagens. 

O dono da empresa alegou que não esperava uma negação reativa, porque, segundo ele, a equipe não teve a malícia de perceber essa possibilidade. “Às vezes, a gente foca tanto na parte positiva, que as coisas tão indo bem, que tudo tá fluindo, que não passou pela nossa cabeça que aquilo ali poderia gerar um problema. Tanto que, quando a gente viu na mídia , a gente tomou um susto”, afirma.

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Foi feita uma reunião com os empregados que tatuaram para falar sobre a repercussão e entender como eles estavam se sentindo. “A minha preocupação era como o time estava se sentindo ali, porque as pessoas estavam ofendendo eles o tempo inteiro”, conta Caio.

Com tudo certo entre empresa e funcionários, a versão da Mais Top Estética veio à tona. 

Versão dos funcionários

O administrador de empresas Handerley Garcês de Matos Coelho, 25 anos, já passou por grandes empresas, diz que não se arrepende de sua primeira tatuagem. “Isso está marcado na minha mente e na minha vida de maneira muito intensa”, justifica o jovem.

De auxiliar para assistente e hoje supervisor financeiro da marca, Handercley afirma que, desde que entrou para a Mais Top, em janeiro do ano passado, superou uma depressão e quitou dívidas. Segundo ele, a tatuagem é uma homenagem merecida.

O CEO, mesmo não acreditando a princípio e não incentivando posteriormente se mostrou feliz com a homenagem feita pelos funcionários. Em suas redes sociais, expôs sua animação ao ver a relação dos empregados com a marca:

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