Momento Economia

Dólar cai para R$ 5,38 e fecha no menor valor em quase 20 dias

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A divulgação de dados dos Estados Unidos e da China e o anúncio do envio da reforma administrativa ao Congresso fizeram o mercado financeiro ter um dia de otimismo. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (1º) vendido a R$ 5,385, com recuo de R$ 0,096 (-1,75%). A cotação está no menor nível desde 13 de agosto, quando a divisa havia fechado em R$ 5,367.

No mercado de ações, o dia foi de recuperação das últimas sessões. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 2,82% e fechou aos 102.168 pontos. Ontem (31), o indicador tinha fechado abaixo dos 100 mil pontos.

Mesmo a queda de 9,7% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) no segundo trimestre não desanimou o mercado. O dólar abriu em queda; e a bolsa, em alta depois da declaração do presidente Jair Bolsonaro de que pretende enviar a proposta de reforma administrativa ao Congresso na quinta-feira (3).

O anúncio da prorrogação do auxílio emergencial com a metade do valor também contribuiu para o otimismo nas negociações. A retomada da agenda de reformas que reduzam os gastos obrigatórios nos próximos anos é considerada pelo mercado financeiro como caminho para que os juros de longo prazo caiam. As taxas longas funcionam como um indicador do mercado do grau de desconfiança em relação ao país.

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O mercado financeiro global também teve um dia de otimismo. Durante a madrugada, notícias sobre o crescimento da produção industrial chinesa animou os investidores. O clima positivo aumentou com a divulgação de crescimento da atividade manufatureira nos Estados Unidos. Índices de Wall Street, como o Nasdaq (das empresas de tecnologia) e o S&P 500 voltaram a bater recorde.

* Com informações da Reuters

Edição: Wellton Máximo

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Momento Economia

Governo já desembolsou R$ 197 bilhões em auxílio emergencial

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse nesta quinta-feira (17) que já foram transferidos R$ 197 bilhões em auxílio emergencial para 67,2 milhões de beneficiários do programa em todo o Brasil. Segundo ele, cerca de 45% dessas pessoas vivem nas regiões Norte e Nordeste do país. 

“Desses R$ 197 bilhões, R$ 68 bilhões foram para o Nordeste e R$ 21 bilhões para a Região Norte”, destacou, durante live semanal do presidente Jair Bolsonaro transmitida pelas redes sociais. Guimarães também lembrou que as primeiras cinco parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 600, foram pagas a 45 milhões de pessoas e que integrantes do Bolsa Família já começaram a receber a sexta parcela, num valor menor, de R$ 300, que corresponde ao auxílio residual. 

Decreto do presidente publicado esta semana no Diário Oficial da União detalha as regras para a concessão do auxílio residual. As parcelas serão pagas apenas a quem já têm o auxílio emergencial, ou seja, trabalhadores que não são beneficiários do programa não poderão solicitar o auxílio residual.  

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Instituído em abril para conter os efeitos da pandemia sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais, o auxílio emergencial começou a ser pago com parcelas mensais de R$ 600 a R$ 1.200 (no caso das mães chefes de família) a cada beneficiário. Inicialmente projetado para durar três meses, o benefício foi estendido para um total de cinco parcelas. A partir de hoje, o auxílio residual passa a ser pago em até quatro parcelas mensais. 

Volta às aulas

Ainda durante a live, Bolsonaro voltou a defender o retorno das aulas presenciais no país e disse que já acionou o ministro da Educação para tratar do assunto. “Hoje, até mandei mensagem para o ministro Milton [Ribeiro], da Educação, para que se volte as aulas no Brasil”, afirmou.

Ontem (16), durante audiência pública com deputados e senadores, Milton Ribeiro disse que, se dependesse dele, as aulas presenciais nas escolas de todo o país “voltariam amanhã”, mas que ainda há riscos sanitários. O ministro informou também que a pasta está elaborando um protocolo de biossegurança para a retomada do funcionamento das escolas, com foco na educação básica. 

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Edição: Paula Laboissière

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