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Dólar cai pela primeira vez em três dias e fecha em R$ 5,58

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Agência Brasil

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Dólar teve queda nesta quinta (8)

Influenciado por  notícias positivas do exterior e do Brasil, o mercado financeiro teve um dia de tranquilidade nesta quinta-feira (8). O dólar caiu pela primeira vez em três dias. A bolsa de valores teve forte alta, ajudada por ações de bancos.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,589, com recuo de R$ 0,035 (-0,62%). A divisa começou o dia em alta, chegando a R$ 5,64 por volta das 10h. Ao longo da sessão, no entanto, a cotação foi caindo até fechar próxima da mínima do dia.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou esta quinta-feira aos 97.920 pontos, com alta de 2,51%. O indicador operou em alta durante todo o dia, amparado por ações de bancos, que registraram forte valorização.

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No noticiário externo, comentários do presidente norte-americano, Donald Trump, indicaram uma possível retomada das negociações de um novo pacote de estímulos para a maior economia do planeta, afetada pela pandemia de Covid-19.

Ontem (7), Trump tinha pedido a aprovação de leis menores e de medidas de ajuda a companhias aéreas até que o Congresso dos Estados Unidos retome as discussões em torno do pacote, depois das eleições de novembro.

A presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, disse que a proposta estímulos para companhias aéreas é uma questão de segurança nacional e que só pode ser aprovada no Congresso com garantias de que os parlamentares trabalharão em um pacote de auxílio mais abrangente.

No Brasil,  a reação do comércio em setembro contribuiu para animar o mercado. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor varejista registrou, no mês passado, o maior volume de vendas da série histórica. O indicador reforça a percepção de retomada da economia brasileira.

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*Com informações da Reuters

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Emprego na construção é o maior para setembro nos últimos oito anos

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A indústria da construção civil segue em ritmo acelerado, com avanço na atividade e na utilização da capacidade operacional. A pesquisa Sondagem Indústria da Construção, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra a retomada da indústria de construção civil em setembro, com o índice de evolução do número de empregados chegando a 50,1 pontos no mês.

Essa é a quarta alta consecutiva do índice, que se afastou ainda mais da sua média histórica de 43,9 pontos. O índice é o maior desde abril de 2012 e, para a CNI, isso confirma o bom momento do emprego do setor, embora tenha sido precedido por fortes quedas, observadas em março e abril, em razão dos efeitos da pandemia da covid-19.

Os dados variam em uma escala que vai de zero a 100. Indicadores abaixo de 50 revelam perspectivas negativas e, acima de 50, expectativas de crescimento. E quanto mais distantes da linha divisória de 50 pontos mais forte e mais disseminado é esse crescimento. Para a pesquisa, foram entrevistadas 170 empresas de pequeno porte, 197 de médio porte e 94 grandes, entre 1º a 14 de outubro de 2020.

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O índice de evolução do nível de atividade está em 51,2 pontos, queda de 0,2 ponto em relação a agosto. De acordo com a CNI, a ligeira queda é pouco significativa, pois o índice está acima da linha divisória de 50 pontos pelo segundo mês consecutivo, o que indica aumento do nível de atividade da indústria da construção na comparação com o mês anterior.

A Utilização da Capacidade Operacional também cresceu em setembro pelo quinto mês consecutivo e ficou em 62%, alta de 2 pontos percentuais frente a agosto. O percentual é idêntico ao registrado em setembro de 2019, e supera os percentuais confirmados entre os anos de 2015 a 2018.

Satisfação e confiança

O indicador de satisfação com a situação financeira aumentou 6 pontos na comparação trimestral, alcançando 44,7 pontos no terceiro trimestre. O resultado supera a média de 44 pontos da série histórica, iniciada em 2009.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial se manteve estável entre setembro e outubro, em 56,7 pontos. A CNI destaca que a estabilidade ocorre após cinco altas seguidas, se dá em patamar elevado e aponta “para um sentimento de confiança otimista e disseminado entre os empresários da indústria da construção”. Porém, ela está em um nível inferior aos níveis pré-pandemia e aos observados nesse mesmo período do ano passado.

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Os índices de expectativa também apresentaram queda em outubro, à exceção do índice de expectativas de números de empregados. Apesar das quedas, todos os índices permanecem acima da linha divisória de 50 pontos, indicando que os empresários da indústria da construção mantêm o sentimento de otimismo.

Entre os principais problemas da construção civil, a pesquisa destaca falta ou alto custo da matéria-prima. O problema se tornou o maior do setor no terceiro trimestre de 2020, apontado por 39,2% das empresas. No segundo trimestre, esse problema era apenas o 11º mais importante e foi assinalado por 9,5% das indústrias de construção. A elevada carga tributária aparece em segundo lugar na lista, com 28,2% de assinalações, seguida da demanda interna suficiente, com 26,4%.

A pesquisa completa está disponível no Portal da Indústria.

*Com informações da CNI.

Edição: Valéria Aguiar

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