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Doria investe R$ 84,3 milhões em obras para melhorias em rodovia de Mogi Guaçu

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Governo Doria anuncia investimento de R$ 84,3 milhões em obras em rodovia de Mogi Guaçu
Reprodução: ACidade ON

Governo Doria anuncia investimento de R$ 84,3 milhões em obras em rodovia de Mogi Guaçu

O governador João Doria anunciou o início das obras de recuperação e pavimentação da rodovia SPI 177/342, que liga o município vizinho de Itapira, por onde passam mais de 6 mil veículos por dia. O anúncio foi feito na quinta-feira (10), em Mogi Guaçu . O governo do estado vai investir R$ 84,3 milhões nos serviços promovidos pelo DER (Departamento de Estradas e Rodagens).

“É muito importante uma rodovia que recupera e amplia a ligação entre os municípios de Mogi Guaçu e Itapira, ela não só escoa a produção agrícola, mas também facilita o ir e vir das pessoas, melhorando a qualidade de vida”, declarou o Governador. “É o maior programa de recuperação de estradas vicinais do país e vem sendo realizado aqui em São Paulo”, acrescentou Doria.

Doria anunciou ainda a modernização de quatro estradas vicinais na região por meio do programa Novas Estradas Vicinais , que irá recuperar e modernizar, somente na primeira fase, 1.563 quilômetros de estradas de responsabilidade municipal em todas as regiões do estado. Nesta etapa inicial, o investimento total do Governo de São Paulo vai chegar a R$ 1,2 bilhão .

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A rodovia SPI 177/342 é uma interligação da SP 342 (Mogi Guaçu) com a SP 352 (Itapira) e permite o acesso a cidades da região e outras rodovias de São Paulo. As obras, que incluem a pavimentação dos acostamentos e implantação de faixas adicionais, serão feitas em 22,9 quilômetros, no trecho do km 0 ao km 22,9.

O investimento na rodovia entre Mogi Guaçu e Itapira vai gerar 292 empregos , entre vagas diretas e indiretas. A estimativa de conclusão da obra é de 24 meses .

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“Esta rodovia é estratégica para o escoamento da produção agrícola do estado de São Paulo, pois além de ligar Mogi a Itapira faz a conexão direta com outras SPs. As obras trarão benefícios a mais de 228 mil habitantes”, afirmou o Secretário de Logística e Transportes João Octaviano Machado Neto.

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Vicinais da região

Em Mogi Guaçu, o governador também autorizou obras em quatro vicinais da região, com investimento somado de R$ 68,2 milhões em verbas do Estado. São elas a BRO-040, em Brotas; a SGT-020, entre Santa Gertrudes e Rio Claro; a SGT-273, ligação ao Distrito Industrial, em Santa Gertrudes; e NV-20 CAC-020, ligação de Caconde à divisa de Muzambinho, em Minas Gerais.

As quatro vias estão incluídas na fase 1 do programa Novas Estradas Vicinais. Somente nesta etapa, o Governo de São Paulo vai gerar cerca de 15 mil empregos, entre vagas diretas e indiretas em diversas regiões do estado.

Até o final de junho, o Governo do Estado vai anunciar a fase 2 do programa.

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MP da Eletrobras: Entenda o texto aprovado no Senado

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Privatização Eletrobras (ELET6 e ELET6): Conta de luz do consumidor pode ser reduzida em até 7%
Isabella Siqueira

Privatização Eletrobras (ELET6 e ELET6): Conta de luz do consumidor pode ser reduzida em até 7%


O Senado aprovou nesta quinta-feira o texto principal da medida provisória (MP) que abre caminho para a privatização da Eletrobras . Como passou por modificações, precisará ser apreciado novamente pela Câmara . Para angariar apoio à aprovação do projeto, foram incluídos diversos jabutis (elementos estranhos à proposta original). Confira os detalhes da MP.

Termelétricas em base eleitoral

O relator manteve no texto final a exigência de construir termelétricas a gás natural em redutos eleitorais. A maioria deles não conta com infraestrutura de transporte de gás, o que exigirá gastos bilionários para obras de gasodutos. O principal ponto de insatisfação do governo, porém, foi excluído do projeto: a necessidade de contratar estas usinas antes de vender a Eletrobras.

O governo considerava o prazo inviável pois pretende concluir a operação até o primeiro trimestre de 2022. Ainda assim, será necessário contratar por meio de leilão 8 mil megawatts (MW) de usinas nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. A Câmara havia aprovado a contratação de 6 mil MW. O Senado ampliou o volume de energia.

Aceno aos funcionários

Funcionários demitidos sem justa causa durante os 12 meses subsequentes à desestatização deverão ser aproveitados em outras estatais. Para integrantes do governo, isso deve ser vetado.

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Apoio ao carvão cai no texto

Relator propôs estender até 2035 o apoio a termelétricas a carvão, atendendo empresas do segmento e a bancada de Santa Catarina. A fonte está sendo deixada de lado no mundo todo. Diante da repercussão, o relator retirou esse incentivo no texto final.


Sem mudanças de sedes

É vedada a extinção, a incorporação, a fusão ou a mudança de domicílio da sede administrativa da Eletrobras e de suas subsidiárias pelo prazo mínimo de dez anos.

Esvaziamento de Funai e Ibama

O projeto dispensa as aprovações da Funai e do Ibama, responsáveis pela análise do licenciamento ambiental, para a construção do linhão Manaus-Boa Vista, que passa sobre uma terra indígena.

A linha de transmissão irá ligar Roraima ao Sistema Interligado Nacional. O empreendimento foi leiloado em 2011 e sua previsão era de entrar em funcionamento em 2015, mas até hoje as obras não começaram.

Indenização ao Piauí

O relator incluiu no texto uma forma de garantir o fornecimento de energia mais barata para a indústria da Região Norte e uma indenização de R$ 260,4 milhões ao governo do Piauí pela privatização da sua distribuidora de energia. O valor será pago pela Eletrobras.

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Governo ganhará menos

O governo ganhará menos com a privatização que o previsto. A previsão é que a capitalização da empresa levante mais de R$ 60 bilhões. Mas o relatório muda a destinação de parte do dinheiro. Metade será para políticas sociais no setor elétrico.

Mais R$ 9 bilhões vão para a revitalização de bacias hidrográficas. E o restante (cerca de R$ 20 bilhões) para o governo. Antes, eram R$ 25 bilhões.

ONS com aval do Congresso

O relatório muda a forma de nomeação da diretoria do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Agora, os nomes terão que passar pelo crivo do Senado. O ONS é responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia no país.

Ampliação do mercado livre

O texto também prevê que, a partir de julho de 2026, todos os consumidores poderão optar pela compra de energia elétrica de qualquer concessionário, permissionário ou autorizados.

Barragens

O relator exige que o Executivo elabore plano para viabilizar a recuperação de reservatórios de hidrelétricas do país — o que atende à demanda do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), sobre o lago de Furnas, em Minas Gerais.

Realocação de pessoas

A Eletrobras também deverá realocar toda e qualquer população que esteja morando abaixo de linhas de transmissão de grande capacidade.

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