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Economia com reforma administrativa deve chegar a R$ 300 bilhões

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (9) que a reforma administrativa deve gerar cerca de R$ 300 bilhões de cortes de gastos, em 10 anos. Ele participou de evento virtual promovido pelo Instituto de Direito Público (IDP) sobre a reforma administrativa.

“Nossos cálculos iniciais é que essa reforma na formatação que enviamos vai cortar [cerca de] R$ 300 bilhões, ao longo de 10 anos”, disse.

De acordo com o ministro, essa estimativa considera a reforma como foi enviada ao Congresso Nacional, ainda sem alterações que poderão ser feitas pelos parlamentares. Também foi considerada a taxa de reposição de servidores que se aposentam de 60% ou 70% e a redução de salário de entrada no serviço público. 

Guedes defendeu que o teto de salário de carreiras seja elevado, para reter talentos considerando a meritocracia e graus de responsabilidade. Ele disse que atualmente os salários não refletem o desempenho dos servidores e é “uma distribuição quase socialista”.

O ministro destacou ainda que a proposta prevê aumento de produtividade e considera a digitalização dos serviços públicos. “Vamos digitalizar todo o serviço público”, disse.

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Edição: Fernando Fraga

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Greve dos Correios: Justiça decide acordo nesta segunda (21)

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Greve dos Correios
Arquivo/Agência Brasil

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julgou na tarde desta segunda-feira (21) o acordo entre a empresa estatal dos Correios e seus funcionários, que estão em greve

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga na tarde desta segunda-feira (21) o acordo entre a empresa estatal dos  Correios e seus funcionários, que estão em paralisação. A decisão sobre a greve dos Correios está sendo tomada em uma sessão virtual com ministros do TST.

A sessão sobre a greve dos Correios foi interrompida por conta da instabilidade na internet de alguns ministros, mas deve ser retomada em breve.

O julgamento decidirá sobre o dissídio coletivo, em que a empresa pede a declaração da abusividade da greve de seus empregados, iniciada em 17 de agosto.


A sessão foi definida pela relatora, ministra Kátia Arruda, depois de duas tentativas de solução consensual sobre a greve dos Correios.

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Tentativas anteriores de acordo entre empresa e empregados dos Correios deram errado

No dia 27 de agosto, o vice-presidente do TST, ministro Vieira de Mello Filho, se reuniu com a empresa dos Correios e as entidades sindicais representantes dos empregados e propôs a renovação das 79 cláusulas vigentes, sem reajustes nas cláusulas econômicas. A proposta foi rejeitada pela empresa. 

Em 2 de setembro, a relatora deferiu liminar para determinar a manutenção de 70% dos trabalhadores dos Correios em cada unidade e vedar a realização de descontos relativos aos dias de paralisação. No dia 11, ela promoveu nova audiência de conciliação, mas as negociações não avançaram.

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