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Entregadores de app pressionam Congresso por melhores condições de trabalho

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Entregador do Rappi%2C um dos aplicativos de entrega
Rappi/Divulgação

Entregador do Rappi, um dos aplicativos de entrega

Os líderes do movimento de entregadores de aplicativo que lutam por assistência financeira em caso de afastamento pela Covid-19 vão se reunir com parlamentares na tarde de hoje (15) para pressionar a aprovação do projeto de lei. A proposta também inclui seguro contra acidentes

Segundo o projeto, a assistência para o afastamento não pode ser inferior a um salário mínimo e será calculada com base na média das maiores remunerações recebidas pelo entregador de app no último ano. 

Os profissionais também pedem o fim do ranking que libera corridas em locais de maior demanda, melhores taxas para entrega e a extinção dos bloqueios que impedem o trabalho. O presidente da câmara dos deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se comprometeu a atender parte das reivindicações.

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Os apps de delivery, como iFood, UberEats e Rappi, criticam as propostas do projeto de lei. Segundo as empresas, as medidas vão de encontro com a digitalização dos serviços. O desemprego causado pela crise da Covid-19 também forçou a entrada de novos profissionais no ramo.

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Auxílio: mulher pede os mil dólares na Justiça após fala de Bolsonaro

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Moradora do Rio reclama a diferença entre o valor que recebe, de R$ 2,4 mil, e os mil dólares que Bolsonaro citou na ONU, que equivalem a R$ 5,5 mil

Uma moradora do Rio de Janeiro foi à Justiça para receber os mil dólares de auxílio emergencial. Isso porque o presidente da República,  Jair Bolsonaro, disse em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) no início da semana que pagou cerca de  mil dólares de auxílio emergencial por pessoa. As informações sobre o caso foram obtidas pelo portal G1.

A beneficiária só ganhou R$ 2,4 mil do auxílio emergencial, em quatro parcelas de R$ 600. Já os mil dólares correspondem, na cotação atual do dólar, a aproximadamente R$ 5,5 mil. Ela pede a diferença à União.

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O discurso em que Bolsonaro disse que o auxílio emergencial é de mil dólares foi feito na terça-feira (22) na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU. Nesta semana, durante live em suas redes sociais,  Bolsonaro disse que arredondou o valor no discurso na ONU, e que o correto seria “US$ 960 ou 970”.

Mas, segundo a checagem do G1, o valor citado por Bolsonaro não corresponde à verdade. O beneficiário do auxílio recebeu, no máximo e somando as parcelas, R$ 4,2 mil, o equivalente a US$ 766.

As advogadas que representam a cliente, Leila Loureiro e Noemy Titan, dizem na petição que, na atual cotação do dólar, o valor total do auxílio que deveria ter sido recebido pela cliente é de R$ 5.540, se considerados os mil dólares.

“Dados os fatos acima, busca a presente pretensão o pagamento da diferença entre o valor recebido e o valor declarado pelo Presidente, de modo a materializar fielmente o benefício financeiro que foi destinado aos brasileiros, segundo expressamente proclamado pelo Chefe maior do estado”, argumentam as advogadas sobre o auxílio emergencial.

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As advogadas afirmam que o valor de  auxílio recebido teve “importantíssima relevância”, mas que não foi o suficiente para gastos como saúde, educação e moradia. Elas pedem ainda dano moral, totalizando a causa em R$ 9.420.

A juíza federal substituta, Angelina de Siqueira Costa, intimou a União Federal a prestar informações sobre o  auxílio em 10 dias. Caso não reconheça o pedido, a União deve apresentar contestação em até 30 dias.

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