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Estrada de Ferro Paraná Oeste é qualificada em programa de concessões

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O governo federal editou decreto que qualifica a Estrada de Ferro Paraná Oeste (Ferroeste) no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) e cria o comitê de governança do projeto.

Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o objetivo da parceria com a iniciativa privada é aumentar a extensão da ferrovia, formando um corredor de 1.370 quilômetros e chegando a Maracaju, em Mato Grosso do Sul.

A ferrovia passa por vários municípios do Paraná e de Mato Grosso do Sul, além de alcançar o Paraguai e a Argentina, ligados ao agronegócio. Além disso, há o objetivo de interligar esse novo trecho à Ferrovia Norte-Sul.

A Ferroeste é uma empresa ferroviária estatal brasileira, criada em 1988, que tem como principal acionista o governo do estado do Paraná.

Atualmente, sua malha, de cerca de 250 quilômetros de extensão, liga os municípios de Guarapuava a Cascavel, no Paraná, com interligação até o Porto de Paranaguá, no litoral paranaense. Em 1996, a empresa privada Ferrovia Paraná S/A (Ferropar) adquiriu a subconcessão daquela malha por 30 anos, mas, em 2006, o estado retomou o controle da ferrovia, devido à falência da concessionária.

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Edição: Nádia Franco

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Dólar fecha R$ 5,55, em alta pela terceira semana seguida

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Agência Brasil

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Thinkstock/Getty Images

Novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19, fez o dólar subir

Em mais um dia de instabilidade no mercado internacional, a moeda norte-americana voltou a subir e encerrou em alta pela terceira semana seguida. O  dólar comercial fechou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,554, com alta de R$ 0,044 (+0,8%). O dólar fechou a semana com alta acumulada de 3,29%.


A moeda chegou a aproximar-se de R$ 5,60 durante o dia, mas desacelerou perto do fim da sessão. A divisa acumula alta de 1,33% em setembro e de 38,4% em 2020.

A força do dólar ante o real nesta semana ocorreu em sintonia com um movimento de aversão no mercado internacional. A cotação refletiu o aumento da demanda por dólares em todo o planeta depois que indicadores apontaram desaceleração econômica nos Estados Unidos e na Europa, elevando temores sobre a sustentabilidade da retomada de diversas economias avançadas.

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A esse medo se somaram novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19 no continente. Nos Estados Unidos, a semana foi marcada pela continuação do impasse sobre um novo pacote de estímulos, num momento em que o Federal Reserve (Banco Central do país) informou ter pouco espaço para reduzir juros.

No mercado de ações, a bolsa de valores começou o dia com fortes perdas, mas reverteu o movimento ao longo da sessão e encerrou perto da estabilidade. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta sexta-feira aos 96.999 pontos, com leve recuo de 0,01%.

Esta foi a quarta semana seguida em que o Ibovespa acumula perdas. Em setembro, o índice recuou 2,38%, no caminho de registrar pior resultado para o mês desde 2015.

*Com informações da Reuters

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