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Europa pode liberar Boeing 737 MAX somente em janeiro

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Lucas Marques

Europa pode liberar Boeing 737 MAX somente em janeiro

Apesar da liberação do Boeing 737 MAX pela autoridade de aviação dos EUA, a FAA, nesta semana, as autoridades dos demais países vem divulgando também sobre suas respectivas recertificações. No Brasil por exemplo, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), já declarou que está nos ajustes finais para liberação.

De acordo com a agência internacional Reuters, a autoridade europeia, EASA, só deve liberar o modelo em janeiro. A EASA espera desenvolver suas análises totalmente independentes, incluindo voos de testes.

Para Patrick Ky, diretor da EASA, todos os estudos indicam a segurança do retorno do 737 MAX ao serviço com segurança, e que já começaram a colocar em prática. Entretanto, a previsão é que só libere em janeiro para os voos comerciais.

Fazendo assim, que a Europa recertifique o modelo depois do Brasil por exemplo, já que a GOL espera contar com o 737 MAX ainda em dezembro para suas operações. As autoridades do EUA, Canadá, Brasil e Europa, formaram uma cooperação internacional para o retorno seguro do equipamento.

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Em outubro, a própria EASA já tinha dado indícios que o retorno do 737 MAX poderia acontecer ainda em novembro ( clique aqui para ler ). Portanto, companhias como Ryanair e Norwegian, terão que aguardar mais um pouco para poder contar com o retorno do equipamento.

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Marcelo D2 chama Luciano Hang de “gnomo sonegador” e é inocentado na Justiça

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Luciano Hang faz protesto em loja da Havan contra medida para conter Covid
Reprodução: ACidade ON

Luciano Hang faz protesto em loja da Havan contra medida para conter Covid


O rapper Marcelo D2 foi processado pelo empresário Luciano Hang , o dono da rede de lojas Havan , após apelidá-lo de “gnomo sonegador” em um tuíte crítico à direita bolsonarista em 2019. A Justiça, entretanto, entendeu que não há nada de ilícito na crítica do músico, e o isentou de qualquer tipo de pena. Veja:


Ao ver o tuíte, Hang abriu um processo por danos morais contra o rapper, alegando que “em razão das afirmações falsas e ofensivas, a publicação não pode continuar disponível, por depreciar sua imagem, causando-lhe danos, sobretudo porque se trata de pessoa que zela por sua reputação, conhecida por ser empresário de renome”.

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O empresário pediu uma indenização de R$ 100 mil e exigiu que a publicação fosse deletada. O músico não contestou e foi julgado à revelia.


De acordo com decisão do juiz Erasmo Samuel Tozetto, da 5ª Vara Cível do Foro Regional Tatuapé, em São Paulo, o comentário no Twitter não causou repercussão negativa e danos à honra de Hang. 

“Embora o comentário proferido pelo réu não seja de todo adequado, não se vislumbra excesso ou ilicitude em seu teor, de modo a ter causado mal estar além do trivial, próprio das vicissitudes da vida em sociedade – em especial por se tratar de pessoa publicamente conhecida”, disse.

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