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Famílias em extrema pobreza de Minas Gerais terão direito a auxílio de R$ 39

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Auxílio é voltado para famílias que têm renda de R$ 89


O estado de Minas Gerais criou um auxílio temporário de R$ 39 para famílias em extrema pobreza, devido à crise econômica desencadeada pela  pandemia do novo coronavírus. Projeto foi decretado e assinado pelo governador Romeu Zema (Novo).


Têm direito de receber o auxílio famílias que tenham renda de até R$ 89 e que tenham realizado inscrição no Cadastro Único até o dia 11 de julho.

Até o momento, há confirmação de três parcelas do pagamento do auxílio. No entanto, o governo confirmou que o pagamento pode ser prorrogado devido ao estado de emergência e de acordo com a duração da crise de saúde pública.

Terá direito ao pagamento o responsável da família inscrito no Cadastro Único. Caso mais pessoas da mesma família se enquadrem nos mesmos requisitos, a parcela pode ser aumentada.

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Quem fica encarregada pelo repasse do auxílio é a Subsecretaria de Assistência Social da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedese) de Minas Gerais. O projeto foi publicado na edição de hoje (11) do Diário Oficial e entra em vigor amanhã (12).

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Veja três nomes que podem substituir o secretário que vazou planos de Guedes

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Gustavo Raniere / Ministério da Economia

Waldery Rodrigues, secretário especial da Fazenda, vazou para a imprensa os planos impopulares do ministro da Economia, Paulo Guedes

Em Brasília, três nomes são cotados para ocupar o cargo de serectário especial da Fazenda. O movimento se dá após  Waldery Rodrigues, secretário especial da Fazenda, vazar para a imprensa os planos impopulares do ministro da Economia, Paulo Guedes. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

A substituição de Waldery Rodrigues ainda deve demorar, já que ele é considerado um nome relevante para os trabalhos do ministério. Waldery é visto por Guedes como alguém importante tecnicamente, além de um servidor dedicado e leal.

Assim, mesmo tendo contado à imprensa sobre o plano de congelamento das aposentadorias, que gerou a indireta do “cartão vermelho” de Bolsonaro, Waldery não deve ser abruptamente demitido, na visão do ministério.

Mas outros pontos pesam para a demissão. Waldery já vinha sendo questionado sobre o desempenho de sua secretaria antes mesmo do episódio. Há uma visão no ministério que pensa que as falas de Waldery fizeram a equipe perder uma grande economia de recursos no Pacto Federativo, algo que estava a “um milímetro” de ocorrer. O congelamento de benefícios e aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) renderia R$ 17 bilhões em 2021, de acordo com o que próprio secretário havia comentado à imprensa.

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Waldery agora deve entrar em um organismo internacional, como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O mandato dura cinco anos e o cargo é nos Estados Unidos, sendo um tipo de prêmio ao secretário após o trabalho prestado ao ministério.

Veja quem são os três nomes que podem substituir o secretário especial da Fazenda

Esteves Colnago, Jeferson Bittencourt e Bruno Funchal já atuam no governo e são vistos como possíveis substitutos na saída de Waldery, segundo apuração do jornal Folha de S.Paulo. Conheça os nomes.

Esteves Colnago
É assessor especial do ministro Paulo Guedes, cuidando principalmente do diálogo com o Congresso. Na pandemia, virou um dos principais interlocutores do ministro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, enquanto os dois estavam afastados. Já foi secretário especial adjunto de Fazenda (sob Waldery).

Durante o governo Temer, tornou-se ministro do Planejamento após a saída do então chefe Romero Jucá (MDB-RR). É servidor de carreira (analista do Banco Central) e passou por diferentes funções na equipe econômica, inclusive no Tesouro e é mestre em economia pela UnB (Universidade de Brasília), especialista em contabilidade pública.

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Jeferson Bittencourt
Também é assessor especial de Guedes e já foi secretário especial adjunto de Fazenda (sob Waldery). Já ocupou outros cargos no ministério, como diretor de programa, tendo passagens pelo governo do Rio Grande do Sul e pelo Tesouro Nacional, onde é servidor de carreira.

Como assessor econômico, atuou no setor privado como consultor e professor universitário. É economista e mestre em ciências econômicas pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Bruno Funchal
É secretário do Tesouro Nacional desde julho, substituindo Mansueto Almeida, e antes foi diretor de programa na Secretaria Especial da Fazenda, acompanhando questões ligadas aos estados.

Foi secretário da Fazenda do Espírito Santo e um dos responsáveis pelo processo de ajuste das contas públicas. É doutor em economia pela FGV (Fundação Getulio Vargas), com pós-doutorado pelo IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada).

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