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Funcionários da Elgin de São José dos Campos entram em greve nesta terça-feira

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Funcionários cruzaram os braços por tempo indeterminado nesta terça-feira (15)
Cristiane Cunha/Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos

Funcionários cruzaram os braços por tempo indeterminado nesta terça-feira (15)

Funcionários da Elgin em São José dos Campos (SP) entraram em greve nesta terça-feira (15) em protesto ao fechamento da unidade e transferência das operações para Mogi das Cruzes (SP) . A empresa informou que a planta deve encerrar a fabricação de produtos em janeiro de 2022 e 87 funcionários devem ser demitidos com a mudança.

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos  disse que a Elgin ofereceu uma proposta aquém do esperado por trabalhadores e sindicalistas . Segundo os organizadores, a empresa propôs o pagamento de um a três salários nominais, de acordo com o tempo de fábrica, seis meses de convênio médico e de vale-refeição, 4% de aumento real do salário e R$ 2 mil de abono. 

Já os funcionários reivindicam indenização que varia entre R$ 12 mil e R$ 68 mil, de acordo com o tempo de fábrica, extensão do convênio médico e do vale-refeição por um ano, correção salarial pelo INPC mais 5% de aumento real e R$ 5 mil de abono.

O presidente do sindicato, Weller Gonçalves, lembra da importância que a empresa tem para a região e ressalta a perda para funcionários com o fechamento da Elgin em São José dos Campos. 

“Nós lutaremos até o final para reverter a decisão da fábrica e manter os postos de trabalho em nossa região”, afirma Gonçalves.

A greve é por tempo indeterminado ou até a apresentação de uma contraproposta da empresa. Sindicalistas, representantes de funcionários e a Elgin informaram que as negociações de indenização estão em andamento

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Funcionária pública é demitida após falsificar exame de gravidez

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TJ-RO
Reprodução/Rede Amazônica

TJ-RO

Uma servidora do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) foi demitida por apresentar um exame falso de gravidez, com o objetivo de ser enquadrada como grupo de risco da Covid-19. A exoneração da funcionária foi assinada pelo presidente do TJ-RO na última semana. As informações são do G1.

De acordo com o órgão, a falsificação foi descoberta ainda no final do ano passada, quando o exame foi verificado junto ao laboratório. Em dezembro, um processo administrativo contra a funcionária foi aberto, dando início a uma investigação. Após meses de apuração, o Poder Judiciário decidiu pela demissão como uma “penalidade”.

Em nota enviada ao G1, o TJ-RO informou que o “Poder Judiciário de Rondônia atua nos Processos Administrativos Disciplinares em face de servidores e servidoras em cumprimento estrito à legislação e à Constituição Federal, assim como às normas internas de conduta ética, efetivando o devido processo legal e chegando, em algumas situações, a penas que vão de desde a advertência, suspensão (sem remuneração) e demissão, nos termos da Lei Estadual 68/1992”.

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