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GOL comemora 20 anos: a cia aérea que revolucionou a aviação no Brasil

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Lucas Marques

GOL comemora 20 anos: a cia aérea que revolucionou a aviação no Brasil

Hoje o dia está laranja na aviação brasileira. A GOL, está comemorando os 20 anos do seu primeiro voo, que levou hoje, ser a maior do mercado doméstico brasileiro.

O desafio era enorme com a proposta ousada para o novo século. A GOL seria a primeira do modelo low-cost/low-fare (baixo custo/baixa tarifa) do Brasil. Estaria entrando em um mercado já reconhecido pelos serviços de alto padrão prestado por companhias tradicionais: TAM, TransBrasil, VARIG e VASP.

Outro ponto ousado na época, seria a introdução de aeronaves novas: os modernos Boeing 737 Next Generation, que foram lançados poucos anos antes. Portanto, a GOL iniciaria suas operações com os 737-700, que só eram operados pela VARIG no Brasil. Entretanto, com a dúvida, o que a GOL iria conseguir entregar para disputar o mercado doméstico?

Com a introdução do modelo low-cost/low-fare a GOL seria a pioneira no Brasil a popularizar o transporte aéreo. Permitindo assim, através de passagens baratas, com serviço de bordo bastante simples, que milhares de pessoas voassem pela primeira vez logo nos seus primeiros anos.

Tirando da zona de conforto as grandes companhias aéreas tradicionais. Antes, as pessoas tinham preferência apenas pelo serviço ou rotas atendidas. Depois com a GOL, poderiam escolher em pagar mais barato para deslocar de uma cidade para outra, formentando ainda mais a concorrência.

Outro marco importante na popularização do transporte aéreo foi trazer a modernidade na inovação de compras de passagens pela internet, além da realização do check-in pela plataforma digital. Dispensando assim, que o passageiro enfrentasse as tradicionais filas nos aeroportos. Em 2004, ano do lançamento da plataforma, a GOL consolidou-se com o maior site e-commerce do Brasil com o volume de vendas arrecadadas.

Em 2005, apenas quatro anos do seu lançamento, a GOL já estaria presente em todas as capitais brasileiras. Sendo a única brasileira naquele ano, a conseguir tal operação.

Nascia o avião para as operações da GOL: o Boeing 737-800 Short Field Perfomance (SFP)

O crescimento acelerado da GOL no mercado doméstico, necessitava de um avião com maior capacidade, que fosse capaz de operar em pistas curtas e também ser usado em todas as rotas. Desse modo, a companhia fez um pedido especial para a Boeing: desenvolver o 737-800 para esse tipo de missão.

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Nascia assim, o 737-800 Short Field Perfomance (SFP) lá em 2006, tendo o primeiro exemplar o PR-GTA, que até hoje está ativo em operação. Alguns meses após sua entrega, o jato seria responsável pela homologação da menor pista que a GOL operava na época: o famoso Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Tornando-o o maior jato a pousar no aeroporto central carioca.

A GOL também desafiou suas concorrentes que estavam em decadência e em processo de falência. Anunciava a aquisição de mais de 100 exemplares do novo modelo SFP para atender seu crescimento para os próximos anos.

Hoje, maior parte da frota da companhia é composta pelos 737-800 SFP. Diversos destinos regionais hoje atendidas, são capazes de recebê-lo, substituindo gradativamente as operações pelo irmão menor, o 737-700.

O maior e mais moderno complexo de manutenção da América Latina

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Ainda em 2006, a GOL dava um importante passo em conjunto com o governo estadual de Minas Gerais. Inaugurou os dois primeiros hangares do seu Centro de Manutenção no aeroporto de Confins. O complexo, disputaria sendo como o maior e mais moderno da América Latina. Posto ocupado anteriormente pela VARIG, no Rio de Janeiro (Galeão).

No local, são realizadas manutenções das mais simples às mais pesadas, em toda a família Boeing 737 e 767. O complexo também serviu de apoio para outras companhias aéreas, inclusive concorrentes, para tarefas de manutenção.

Em 2019, o seu Centro de Manutenção passou a atuar independente como GOL Aerotech. A subsidiária, é capaz agora de prestar o serviço especializado para outros operadores aéreos, que desejarem contratar.

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Aquisição VARIG e WebJet

Em 28 de março de 2007, apenas seis anos depois, a GOL adquiriu a companhia aérea pioneira do Brasil: a VARIG. Além da marca, o pacote incluia o programa de fidelidade Smiles.

Dessa forma, a GOL começava a disputar a liderança do mercado doméstico brasileiro, com a incorporação de importantes direitos de horários de voos (slots) em aeroportos estratégicos: Congonhas e Guarulhos (em São Paulo) e Rio de Janeiro (Santos Dumont e Galeão).

A marca VARIG foi utilizada em algumas rotas domésticas e outras internacionais. Foram utilizados também os Boeing 767 para voos de longas distâncias. Entretanto, não conseguiu o mesmo sucesso que a marca tinha no passado. Encerrando assim, os voos internacionais e transferindo para a GOL toda operação que possuía.

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Em julho de 2011, a GOL anunciava a aquisição da WebJet, que mantinha uma operação semelhante com Boeing 737-300. Após a aprovação pelo órgão regulador brasileiro CADE, no final de 2012, a GOL encerrou as operações da WebJet, absorvendo todos os seus voos.

Mudança da identidade visual

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Para marcar o início de uma reestruturação intensa na companhia, sob nova direção de Paulo Kakinoff, a GOL em 2015 mostrou ao mercado sua nova identidade visual.

Estava nascendo oficialmente, a “Nova GOL”, com propósito de aumentar o conforto para os passageiros e deixá-los mais próximos da companhia. Para isso, foram introduzidos quatro mudanças: identidade visual; poltronas de couro ecológico; retorno do serviço de bordo gratuito e instalação de antenas de internet Wi-Fi.

Dessa forma, a GOL tentava deixar para trás o conceito e a imagem de aeronaves com pouco conforto e sem serviço de bordo. Posteriormente, a companhia realizou uma leve atualização na sua nova logomarca, unificando os elos.

Introdução dos novos Boeing 737 MAX 8 e aquisição da maior versão, MAX 10

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Em 2018, chegava o primeiro Boeing 737 MAX 8 da GOL. O novo jato, seria responsável pelo retorno da companhia para destinos como Miami e Orlando, nos Estados Unidos. Entretanto, com uma novidade: dessa vez, operaria com voos diretos a partir do Brasil, devido ao alcance permitido. Posteriormente, a GOL anunciou a aquisição do MAX 10, maior variante do modelo, que será recebido a partir de 2024.

Introduzindo portanto, saídas diretas a partir de seus centros de conexões Brasília e Fortaleza. Surpreendentemente, as novas rotas deram bastante certo, até que, foi necessário o aterramento do modelo, após os acidentes com a Lion Air e Ethiopian.

A GOL foi a primeira no mundo a anunciar por deliberação própria, a estocagem do modelo. E também foi a pioneira, após quase 20 meses, de ser a primeira no mundo a realizar os primeiros voos de testes e com passageiros com o 737 MAX após sua recertificação.

Em 20 anos, muita coisa mudou com a GOL no mercado aéreo brasileiro. Uma companhia que nasceu enfrentando concorrentes reconhecidos internacionalmente, para ser a líder em transporte de passageiros dentro do Brasil.

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Indústria paulista registra crescimento, diz Fiesp

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A indústria de transformação paulista registrou crescimento de 2,6% nas vendas reais entre dezembro e janeiro, de acordo com o Levantamento de Conjuntura da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Segundo o relatório, houve aumento de 2,7% nas horas trabalhadas na produção pelo nono mês consecutivo. O nível de utilização da capacidade instalada cresceu 0,8 pontos percentuais (p.p), fechando em 79,2% em janeiro.

“A vacinação da população é fundamental para evitar uma alta expressiva da curva de óbitos e o fechamento ainda maior da economia no país, que atualmente demonstra recuperação. O progresso em direção à normalização total da economia graças à vacinação deve gerar aceleração do crescimento no 2º trimestre”, diz nota. 

Sensor 

De acordo com a pesquisa Sensor, a indústria de transformação paulista continuou com expansão em fevereiro, ainda que com alguma perda de ritmo quando comparado aos últimos meses. O indicador Sensor de fevereiro fechou em 51 pontos, na série com ajuste sazonal, resultado superior ao de janeiro (50,5 pontos). Números acima dos 50 pontos indicam melhora da atividade industrial paulista no mês.

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O indicador de condições de mercado passou de 47,4 em janeiro para 49,9 pontos em fevereiro, apontando estabilidade das condições de mercado no período.

As vendas indicam continuidade do crescimento ao registrar 52,1 pontos ante os 52,2 pontos de janeiro, mostrando expectativa de aumento das vendas no mês em relação ao anterior. O indicador de nível de estoque passou de 53,2 pontos em janeiro para 50,8, ficando mais próximo do nível desejado.

Edição: Maria Claudia

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