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Governo divulga ranking dos setores mais afetados pela pandemia

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Lollapalooza Brasil aconteceria em dezembro de 2020, mas foi adiado para setembro de 2021

O governo federal enumerou os setores que foram mais afetados pela pandemia causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Diário Oficial da União de hoje (15). Atividades artísticas, transporte aéreo, ferroviário e metroferroviário são os que mais sofrem.

Serviços de alojamento aparecem na sexta colocação entre os mais afetados pela pandemia, seguido por serviços de alimentação. Fabricação de veículos, confecção de calçados de couro e comércio de veículos completam os dez serviços que mais sofrem com a pandemia. Veja a lista completa da portaria nº 20.809 abaixo:

1 – atividades artísticas, criativas e de espetáculos (CNAEs 90 91 92 93);

2 – transporte aéreo (CNAE 51);

3 – transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros (CNAE 4912-4);

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4 – transporte interestadual e intermunicipal de passageiros (CNAE 4922 -1);

5 – transporte público urbano (CNAE 4922-1);

6 – serviços de alojamento (CNAE 55);

7 – serviços de alimentação (CNAE 56);

8 – fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (CNAE 29);

9 – fabricação de calçados e de artefatos de couro (CNAE 15);

10 – comércio de veículos, peças e motocicletas (CNAE 45);

11 – tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados (CNAEs 4781, 4782 e 4755);

12 – edição e edição integrada à impressão (CNAE 58);

13 – combustiveis e lubrificantes (CNAE 473);

14 – fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (CNAE 30);

15 – extração de petróleo e gás, inclusive as atividades de apoio (CNAEs 06 e 09);

16 – confecção de artefatos do vestuário e acessórios (CNAE 14);

17 – comércio de artigos usados (CNAE 4785);

18 – energia elétrica, gás natural e outras utilidades (CNAE 35);

19- fabricação de produtos têxteis (CNAE 13);

20- educação privada (CNAE 85*);

21- organizações associativas e outros serviços pessoais (CNAE 94, 95 e 96);

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22 – fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (CNAE 19);

23 – impressão e reprodução de gravações (CNAE 18);

24 – telecomunicações (CNAE 61);

25 – aluguéis não-imobiliários e gestão de ativos de propriedade intelectual 77;

26 – metalurgia (CNAE 24);

27 – transporte de cargas (exceto ferrovias) (CNAE 493);

28 – fabricação de produtos de borracha e de material plástico (CNAE 22);

29- fabricação de máquinas e equipamentos, instalações e manutenções (CNAE 28);

30 – atividades de televisão, rádio, cinema e gravação/edição de som e imagem (CNAE 59 e 60);

31 – saúde privada (CNAE 86*, 87* e 88);

32- fabricação de celulose, papel e produtos de papel (CNAE 17);

33 – fabricação de móveis e de produtos de indústrias diversas (CNAE 31 e 32); 

34 – comércio de outros produtos em lojas especializadas

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Ministro garante que plano de privatização dos Correios irá ao Congresso em 2020

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Fábio Faria, ministro das Comunicações, garante que os Correios terão projeto de privatização enviado pelo governo ao Congresso neste ano

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, garantiu em entrevista que o governo vai enviar ao Congresso ainda em 2020 o projeto de privatização dos Correios, que estaria em fase final. Segundo Faria, a venda da estatal pode render R$ 15 bilhões aos cofres públicos em 2021. Na semana passada, ele havia citado empresas como Amazon, Magazine Luiza e FedEx interessadas na empresa brasileira .

“Podíamos fazer uma PEC ou um projeto de lei, mas optamos pelo projeto de lei que deve ser finalizado no Ministério das Comunicações nos próximos 15 dias e enviado ao Palácio do Planalto para ajustes. Até o fim do ano, o Executivo terá feito e entregue o seu dever de casa e o projeto estará no Congresso para ser aprimorado pelos deputados e senadores”, afirmou Fábio Faria sobre os Correios  em entrevista à agência Bloomberg .

Na semana passada, o ministro das Comunicações já havia adiantado que grandes empresas como Amazon, Magazine Luiza, DHL e FedEx tinham interesse em adquirir os Correios. “Não teremos um processo de privatização vazio. Já temos cinco players interessados”, garantiu Fábio Faria .

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Todas as empresas citadas pelo ministro optaram por não comentar especulações de mercado, e a DHL ainda deu sinal de que não teria interesse, como sugerido por Faria: “no momento, não temos planos para atingir o crescimento de nosso negócio postal por meio de privatizações e de outros serviços postais estrangeiros”, disse a empresa em comunicado.

Em  greve até o início desta semana, os Correios voltaram ao seu funcionamento normal nesta terça-feira (22) , com acordo em que os direitos que haviam sido cortados dos trabalhadores serão pagos. Na mira do governo para ser privatizada desde antes da posse do presidente Jair Bolsonaro, a estatal parece mesmo caminhar neste caminho, e o ministro das Comunicações garante que isso deverá acontecer no próximo ano.

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