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Governo inicia campanha da Semana Brasil 2020

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Desenvolvida para aquecer as vendas durante a semana em que se comemora a independência do país, a Semana Brasil 2020 começa na próxima quinta-feira (3) e vai até 13 de setembro. A ação reúne lojas de diferentes setores, como alimentação, eletrônicos e eletrodomésticos, que se propõem a oferecer descontos aos consumidores.

Articulada pela Secretaria de Comunicação do governo federal (Secom) em parceria com o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a campanha traz como lema  “Vamos em frente, com cuidado e confiança”.  A veiculação de anúncios publicitários para atrair a atenção dos consumidores começa nesta segunda-feira (31).

Criada pela Secom em 2019, a Semana Brasil será coordenada este ano pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). Segundo números levantados pela Ebit/Nielsen, o aumento em transações online durante o evento no ano passado foi de 41%, enquanto vendas no varejo presencial aumentaram 11,3%, de acordo com a Cielo.. “Estamos mobilizando todo o varejo para buscar as melhores formas de viabilizar as ações promocionais. Esta é uma ação totalmente suprapartidária, que trará benefícios para a economia do país como um todo”, afirma o conselheiro do IDV, Marcos Gouvêa de Souza.

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“Faremos tudo isso com respeito às normas de segurança sanitária, com empresários e consumidores cientes da importância da manutenção e fomento das relações comerciais, bem como do cuidado com a saúde do próximo”, afirma Fábio Wajngarten, secretário executivo do Ministério das Comunicações.

“[A Semana Brasil] vai priorizar o pequeno e o médio comerciante. A Semana 2020 vai se tornar o ponto de partida de um novo tempo para o comércio, de normalização da relação econômica entre pessoas e empresas. Fizemos uma pesquisa sobre a aceitação da campanha e ela foi enorme. A gente quis fazer uma campanha de duração de 10 dias para que não houvesse nenhuma aglomeração, em parceria com os comerciantes”, afirmou Wajngarten.

Edição: Aline Leal

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Banco Central prevê alta na inflação no curto prazo

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Inflação pode ter alta, prevê Banco Central

O Banco Central (BC) prevê uma alta na inflação ao consumidor no curto prazo. A informação está na Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (22), que manteve a taxa básica de juros, a Selic , em 2% .

Segundo o Copom , essa alta na inflação deve acontecer por dois fatores, o aumento “temporário” nos preços dos alimentos e a volta do funcionamento da economia, com “recuperação dos índices de mobilidade e do nível de atividade”. 

Na ata, há dois cenários com projeções para a inflação neste ano. No primeiro cenário, a inflação termina 2020 em 2,1%, sobe para 2,9% em 2021 e chega a 3,3% em 2022. As projeções para a inflação de preços administrados são 0% em 2020, 4,3% em 2021 e 3,7% em 2022. Nesse cenário, a taxa de câmbio fica constante em R$ 5,30 e a Selic encerra 2020 em 2% ao ano, se eleva para 2,5% ao ano em 2021 e 4,5% ao ano em 2022 (de acordo com a pesquisa do BC ao mercado financeiro para a taxa básica).

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No cenário com taxa de juros constante a 2% ao ano e taxa de câmbio constante a R$5,30, as projeções de inflação ficam em 2,1% em 2020, 3% em 2021 e 3,8% em 2022. Nesse cenário, as projeções para a inflação de preços administrados são 0% para 2020, 4,3% para 2021 e 3,9% para 2022.

Retomada da economia

Com uma economia lenta, ou quase parada, como estava durante a crise, o consumo diminuiu, contribuindo para a baixa da inflação. De acordo com o Comitê, essa situação começa a ser revertida.

“A recomposição da renda e os demais programas do governo vêm permitindo que a economia brasileira se recupere relativamente mais rápido que a dos demais países emergentes. Prospectivamente, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais”, diz a Ata.

Para o Copom, os programas governamentais de recomposição de renda, como o auxílio emergencial , “têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento”.

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Apesar do aumento dos preços no curto prazo, o Banco Central vê a inflação em níveis baixos no longo prazo, principalmente para 2021 e 2022. O relatório Focus, que reúne as expectativas de mercado para as principais estatísticas econômicas, prevê a inflação em 3% em 2021 e 3,5% em 2022. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3,75% para o próximo ano e 3,5% para 2022.

“Dada a natureza do choque, o setor de serviços deve continuar a apresentar maior ociosidade que os demais. O Comitê concluiu que a natureza da crise provavelmente implica que pressões desinflacionárias provenientes da redução de demanda podem ter duração maior do que em recessões anteriores”.

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