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Governo pede crédito de R$ 2,8 bilhões para bancar auxílio emergencial; entenda

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Governo ainda estuda pagar uma nova rodada do benefício caso PEC dos Precatórios não seja aprovada
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Governo ainda estuda pagar uma nova rodada do benefício caso PEC dos Precatórios não seja aprovada

O governo federal enviou um projeto de lei ao Congresso Nacional para solicitar crédito especial de R$ 2,8 bilhões para bancar o Auxílio Emergencial. Caso seja aprovada, a medida deve autorizar o pagamento de uma nova rodada do benefício enquanto não há solução sobre o Auxílio Brasil.

Segundo a Secretaria de Governo, o pedido visa incluir “uma nova categoria de programação no orçamento vigente”. Nos bastidores, a proposta é vista como alternativa  caso a PEC dos Precatórios não seja aprovada no Senado.

“A abertura visa incluir nova categoria de programação no orçamento vigente, com o objetivo de viabilizar, no âmbito da Administração Direta do Órgão, o custeio do ‘Auxílio Emergencial de Proteção Social a Pessoas em Situação de Vulnerabilidade, Devido à Pandemia da Covid-19’. O crédito será financiado pelo cancelamento de dotações orçamentárias”, informou a pasta, em nota.

O Auxílio Emergencial teve seu último pagamento realizado em outubro para dar lugar ao Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família. No entanto, o benefício seria bancado com a folga no Orçamento previsto na PEC dos Precatórios, já que os cofres públicos estão inchados para 2022. Embora aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o plenário parece resistente à proposta.

O texto de crédito especial não foi divulgado pelo Palácio do Planalto, mas o envio da proposta ao Legislativo deve ser confirmada na edição do Diário Oficial da União desta quinta-feira (02). Para valer, a medida deve ser aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro. A Secretaria de Governo informou que o valor será retirado do cancelamento de dotações orçamentárias.

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Circuito de Negócios Agro Banco do Brasil oferece crédito itinerante

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O Banco do Brasil (BB) montou agências móveis que percorrerão todas as regiões do país para oferecer crédito para pequenos produtores rurais, informou hoje o presidente do banco, Fausto de Andrade Ribeiro, em entrevista para o programa A Voz do Brasil.

Chamada de Circuito de Negócios Agro 20/22, a terceira edição da iniciativa percorrerá cerca de 600 municípios brasileiros e oferecerá R$ 1,5 bilhão em diferentes linhas de crédito para estimular a aquisição de máquinas e insumos agrícolas para produtores de pequeno porte.

“Evoluímos em relação às duas primeiras edições. As carretas vão levar, além de crédito, conhecimento para os pequenos produtores. O Circuito de Negócios Agro vai elevar o nível de conhecimento técnico do homem do campo”, explicou Ribeiro.

Segundo a estimativa do presidente do banco, cerca de 500 mil produtores serão beneficiados durante a jornada das agências móveis. Além de negociações bancárias, cursos, oficinas e exposições serão montadas com a ajuda de parceiros do Banco do Brasil durante as visitas aos municípios.

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“Quando as carretas chegam a municípios pequenos, elas acabam aquecendo o mercado. Toda a cadeia de negócios agro, como parceira, estará à disposição desses agricultores oferecendo produtos e serviços para melhorar a produtividade e os negócios no campo”, afirmou.

Negociação de dívidas

Sobre o mutirão de negociações de dívidas realizado em dezembro de 2021, Fausto de Andrade Ribeiro disse que o programa superou as expectativas da instituição. Segundo informou, cerca de 146 mil clientes do BB conseguiram renegociar dívidas que giravam, em média, em R$ 16 mil. O total de crédito renegociado pelo banco chegou a R$ 3 bilhões.

“A ideia nasceu para que a gente pudesse apoiar a retomada da economia. Mas também para que as pessoas retomassem as vidas normais, retirassem aquela sensação de endividamento, de peso. Foi uma ajuda para o Brasil ter uma economia mais forte”, explicou.

Sobre as metas do BB para 2022, o presidente da instituição afirmou que a expansão de serviços digitais e a conveniência na resolução de questões bancárias será o foco durante o ano. “[Pretendemos] continuar acelerando a transformação digital e ter cada vez mais um banco eficiente, levando para os clientes de todo o Brasil comodidade”, concluiu.

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Assista na íntegra:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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