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iFood lança jantar romântico que respeita distanciamento social; conheça

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iFood adiciona Pix como forma de pagamento
Fernanda Capelli

iFood adiciona Pix como forma de pagamento


Com o isolamento social imposto pela pandemia no novo coronavírus, as comemorações do dia dos namorados precisaram se reinventar. Por isso, o iFood lançou seu próprio cartão presente para proporcionar jantares românticos sem ter que sair de casa.

O iFood Card será uma opção prática para compra de presentes e está disponível nas redes varejistas do país, como as Lojas Americanas, Carrefour, Angeloni, Le Biscuit, Grupo Avenida, além de plataformas digitais como os apps do Banco do Brasil, Banco Inter e Mercado Pago.


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Os gift cards são uma opção pré-paga segura e que facilita o controle de gastos. De acordo com uma pesquisa da Blackhawk Network Brasil, que está com o iFood na novo projeto, 73% dos brasileiros consideram que os gift cards são uma ótima maneira de presentear alguém. 59% declararam que gostariam de contar com esse sistema de pagamento para consumo em restaurantes, bares e lanchonetes.

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Funciona assim: o cartão vem com uma cota de, por exemplo, R$ 100. Com este dinheiro, a pessoa homenageada pode gastar o presente com descontos especiais em lojas selecionadas ou, no caso do iFood, em todos os estabeleciementos parceiros do app. 

A empresa afirma que o dia das mães foi uma prévia do que está planejado para este dia dos namorados . O diretor comercial da Blackhawk, Gabriel Mello, conta que a última data comemorativa teve acréscimo de 25% nas vendas dos cartões. A expectativa é que a tendência se acentue neste final de semana. 

“Não é porque estamos na pandemia que o dia dos namorados vai deixar de ser especial, né?”, diz.

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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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