Momento Economia

INSS: 14º salário para aposentados deve “cortar caminho” e ir direto a plenário

Publicados

em


source
Projeto já foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Projeto já foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei que institui o 14º salário para aposentados do INSS  (Instituto Nacional do Seguro Social) de autoria do deputado Pompeo de Mattos já foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Para facilitar a aprovação, parlamentares articulam levar o texto direto ao plenário da Casa para votação, evitando as demais comissões. 

Ele pretende pressionar os colegas para votar o texto já na próxima semana. “A recepção dos deputados tem sido boa, muitos querem a mesma coisa”, afirma ele ao UOL.

O 13º foi adiantado por conta da pandemia, e agora o Legislativo estuda conceder um ou dois salários mínimos, dependendo do caso, no fim deste ano. 

“Muita gente recebeu o auxílio emergencial, mas os aposentados não tiveram ajuda extra na pandemia, apenas adiantamento”, explicou Pompeo de Mattos à coluna do Chico Alves. “O objetivo do 14º salário é contemplar essa faixa da população que ficou desassistida”, completa.

Leia Também:  Mega-Sena sorteia R$ 7 milhões neste sábado; veja o resultado

Leia Também

O deputado lembra que o ministro da Economia, Paulo Guedes, costuma ser contrário ao aumento de gastos com seguridade social, mas que se a Câmara aprovar, será questão do presidente Jair Bolsonaro. “Ele que diga não”, brincou. 

deputado lembra que os recursos com o 14º salário podem ser listados como ajuda emergencial na pandemia, o que evita que superem o teto de gastos. “A ideia é que seja pago em dezembro de 2021, no máximo em janeiro de 2022. Seja como for, é preciso fechar a conta do coronavírus para os aposentados”, finalizou o parlamentar ao colunista. 


Propaganda

Momento Economia

Brasil perdeu ao menos R$ 460 bi em impostos para a sonegação em 2020

Publicados

em


source
Brasil perdeu bilhões para a sonegação
Reprodução

Brasil perdeu bilhões para a sonegação

O Brasil deixou de arrecadar entre R$ 460 bilhões e R$ 600 bilhões em impostos em 2020, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) e divulgado pelo Metrópoles neste domingo (28).

O valor equivale a cerca de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e soma tanto a evasão fiscal de empresas, que ficou entre R$ 320 bilhões e 420 bilhões no período, quanto o trabalho informal, que representa quantia estimada entre R$ 140 bilhões e R$ 180 bilhões.

Eduardo Mansur, presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (Abat), explica que o alto índice de sonegação acontece, sobretudo, porque o processo tributário é complexo. “É um sistema que compreende muita tributação que se sobrepõe na cadeia, passando pela produção, pelo comércio e varejo, chegando na ponta, no consumidor”, disse ele ao Metrópoles.

A alta tributação sobre a folha de salários também contribui para a sonegação. Em 2020, este fator foi o responsável por 20% da evasão. “Você tem uma tributação muito pesada sobre os encargos de trabalho e previdenciários”, afirma Mansur.

Leia Também

Além das consequências econômicas pela diminuição na arrecadação de impostos, a sonegação traz ainda outros problemas, avalia ele. “Se você tem um ambiente que assegura uma imunidade para o sonegador, você cria um ambiente de concorrência desleal no mercado, o que também é ruim para o investidor”.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA