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Itaú Unibanco anuncia R$ 400 bilhões para desenvolvimento sustentável

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Redação 1Bilhão Educação Financeira

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O Itaú Unibanco firmou o compromisso de contribuir com R$ 400 bilhões , até 2025, por meio de iniciativas de negócio que promovam uma economia sustentável e cada vez mais verde e inclusiva. Esse montante contempla três grandes frentes de atuação:

  • concessão de crédito em setores de impacto positivo na sociedade;
  • estruturação de operações ESG com clientes, como ESG bonds, ESG loans e debêntures verdes;
  • e produtos ESG para o varejo, como financiamento de carros elétricos/híbridos, painéis solares e microcrédito.

Com isso, o banco reforça seu papel como um dos principais agentes de transformação econômica e social no País. 

Para a implementação dessa agenda sustentável, que complementa e amplia os Compromissos de Impacto Positivo lançados pelo banco em 2019, o Itaú revisitou a sua taxonomia interna e a classificação própria de “impacto positivo”, considerando os conceitos que estão sendo discutidos no mundo pela União Europeia, pela Climate Bonds Initiative e pela Organização das Nações Unidas (ONU).

No Brasil, o assunto também vem sendo discutido de forma aprofundada no âmbito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). As entidades levam em conta aspectos fundamentais de governança interdisciplinar, que vão desde a transição para uma economia de baixo carbono até o bem-estar da sociedade e o apoio de determinados setores às políticas públicas, econômicas, comerciais e governamentais.

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A partir desse entendimento, o Itaú elegeu seis grandes setores de impacto positivo para financiamento. São eles: energia renovável, como solar, eólica e pequenas hidroelétricas; serviços de energia, que diminuem seu custo, tornando este serviço básico mais acessível em todo o país; saúde e educação, como hospitais e laboratórios que promovem melhoria na qualidade de vida, além de instituições de ensino que visam a qualificação e empregabilidade da população; obras de infraestrutura, que aumentam o desenvolvimento econômico por meio de transporte ferroviário, saneamento e resíduos sólidos; papel e celulose, pela contribuição na mitigação climática, se o manejo for feito de forma responsável; e agronegócio, por meio das empresas de açúcar e etanol, das cooperativas que apoiam o pequeno produtor e de produtores rurais, que, aplicada a diligência socioambiental, por meio da reserva legal, boas práticas e investimento em produtividade, garantem a disponibilidade de alimentos, auxilia na manutenção de biodiversidade, preservação de recursos hídricos e estoque de carbono.

A grande novidade desse novo compromisso são os instrumentos financeiros como green bonds ou sustainability linked bonds. Esses títulos têm sido bastante demandados pelo mercado e fazem parte de um segmento em que o Itaú se tornou referência – o banco lidera as emissões de títulos ESG no Brasil em 2021.

 “A jornada ESG não é novidade para o Itaú Unibanco, mas entendemos que é preciso avançar nessa agenda. Esse é um movimento que está integrado ao nosso negócio, tanto na forma como o banco opera internamente quanto no incentivo e apoio que damos aos nossos clientes, pessoas físicas e jurídicas, no processo de transição para uma economia mais sustentável”, afirma Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco.

“O anúncio de hoje reforça e expande ainda mais a nossa estratégia baseada nos Compromissos de Impacto Positivo, que envolvem nossa atuação junto aos clientes e outros públicos com os quais nos relacionamos. Sabemos que o tema ESG está em alta no mercado, aqui e no exterior. Nesse contexto, temos enorme cuidado para apresentar e implementar ações práticas, que realmente impactem positivamente a sociedade”, diz Leila Melo, diretora-executiva integrante do Comitê Executivo responsável pelo Jurídico e Relações Corporativas do banco.

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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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