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Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs

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Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Itaú Unibanco lança Itaú Meu Negócio para apoiar gestão de PMEs

O Itaú Unibanco lançou a plataforma Itaú Meu Negócio com o objetivo de oferecer um ecossistema completo de soluções, passando a apoiar seus clientes também no atendimento das suas principais necessidades não bancárias.

A primeira solução a fazer parte deste ecossistema será uma ferramenta para a gestão dos negócios, produto de uma parceria com a Omie, empresa brasileira líder no segmento de Software as a Service (SaaS).

A aproximação entre as empresas se deu, após o Itaú identificar junto a clientes empresários do segmento de pequenas e médias empresas, uma dificuldade para gerir eficientemente os diversos aspectos dos seus negócios, incluindo atividades como gestão de vendas e ordens de serviços, gestão financeira, emissão automática de notas fiscais e integração com contadores, de forma a garantir um crescimento contínuo sustentável das empresas.

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“Atualmente, apenas uma pequena parcela das pequenas e médias empresas que são nossas clientes tem acesso a ferramentas de apoio à gestão. Então, ao conversar com vários destes clientes para identificar como poderíamos ajudá-los, o ponto que surgiu com mais recorrência foi a necessidade de suporte à gestão dos negócios. Por isso, decidimos que essa seria a primeira entrega de nossa nova plataforma. Buscamos a melhor solução do mercado e encontramos a Omie, que oferece uma ferramenta simples, intuitiva e muito poderosa de gestão. Com ela, nossos clientes terão mais tempo para focar no que realmente importa, o crescimento dos seus negócios”, explica Carlos Eduardo Peyser, diretor do Itaú Unibanco.

“Enquanto as empresas são muito pequenas, os empresários têm facilidade para acompanhar, visualmente, todas as atividades do seu negócio”, afirma Marcelo Lombardo, CEO da Omie. “Mas, quando começam a crescer, essa ‘gestão visual’ fica comprometida e eles passam a precisar de ferramentas que supram essa necessidade. É quando entramos e fazemos a diferença. A parceria com o Itaú será importante para acelerarmos nossa escala e termos a chance de ajudar ainda mais empresas. Faz parte de nosso propósito transformar o cenário do empreendedorismo no Brasil, com soluções eficientes que facilitem o dia a dia, ampliem a eficiência e a produtividade do ecossistema como um todo”, completa Lombardo.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

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Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

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Edição: Aline Leal

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