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Leilão da Receita em Fortaleza tem iPhones a partir de R$ 1 mil

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REPRODUÇÃO RECEITA FEDERAL

A Receita Federal de Fortaleza, no Ceará, leiloa uma série de dispositivos eletrônicos com valores abaixo do mercado

A Receita Federal de Fortaleza, no Ceará, leiloa uma série de dispositivos eletrônicos com valores abaixo do mercado. Entre os 127 lotes anunciados no site do órgão, destacam-se ofertas de iPhones 11 Pro Max de 64 GB a partir de R$ 2 mil, e remessas de MacBook Pro 15 por R$ 4 mil.

Os Interessados podem registrar propostas na plataforma até às 18h desta terça-feira (8). A sessão de lances é prevista para quarta-feira (9), às 10h.Ainda sobre produtos da Apple, o leilão oferece lote (37) com iPhone XR Blue 64 GB e um vinho, por R$ 1 mil.

Além disso, há uma série de ofertas de aparelhos da gigante de tecnologia chinesa Xiaomi. Por R$980, é possível entrar na disputa por um Xiaomi Redmi Note 7, uma mala de viagem e quatro vinhos.

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Outra remessa apresenta dezenas de smartphones da companhia, incluindo um modelo Mi 9 Lite, cinco Redmi 8, seis Redmi Note 8, quatro Redmi 7, além de três Mi Band 4 e um par de fones de ouvido Redmi AirDots.ReproduçãoiPhone Pro Max de 64 GB em oferta no pregão.

Entre os itens mais caros da plataforma estão embarcações e veículos. A Receita Federal leiloa um iate apreendido no porto de Fortaleza com preço inicial de R$ 108 mil, assim como um caminhão VOLVO/FH 440 6X2T avaliado com o lance mínimo de R$ 110 mil.Já o lote mais valioso corresponde 770 toneladas de cloreto de potássio granulado, usado para a fabricação de fertilizantes.

A remessa sai por pelo menos R$ 550 mil. O segundo lugar fica para o lote 53, de lance mínimo de R$ 242 mil, que conta com centenas de aparelhos da Xiaomi, incluindo mais de 50 Redmi 7 Note e 50 Redmi 7A.

Como funciona e como participar de leilõesO leilão é destinado para pessoas físicas e jurídicas. Os lances são efetuados por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). No caso de pessoas físicas, entretanto, os produtos adquiridos devem servir para consumo próprio, e é proibido revendê-los.Os valores apresentados pela Receita Federal correspondem aos lances mínimos de cada lote e os preços podem subir durante o pregão.

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Na primeira etapa, os participantes oferecem o quanto estão dispostos a pagar pelas mercadorias.A oferta de maior valor é selecionada para a sessão de lances, que também pode incluir outras propostas que sejam até 10% inferiores.

Na segunda etapa, os participantes podem apresentar diversos lances para cobrir os valores de concorrentes – ganha quem oferecer mais.Para registrar ofertas na plataforma, é necessário um certificado digital e-CPF ou e-CNPJ.

Esses documentos atribuem validade jurídica às propostas e também podem ser utilizados para outros processos e transações em plataformas governamentais. A Receita oferece uma página com orientações a respeito desses documentos.Vale pontuar que o órgão não garante o envio ou transporte das mercadorias.

O participante que adquirir um lote deve retirar os produtos no local indicado na página do leilão. Além disso, é importante ler com cuidado o edital do evento disponível no site para tomar ciência sobre todas as regras e o funcionamento geral do pregão.

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Nova gigante da locação de veículos: Localiza e Unidas anunciam fusão

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Brasil Econômico

Placa da empresa Localiza. No fundo, carros estacionados
Divulgação

Após anunciar fusão com Unidas, ações da Localiza têm alta


Nesta terça-feira (22), a Localiza e a Unidas fecharam um acordo que combina os dois negócios e incorpora as ações da Unidas pela Localiza, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Após o anúncio, as ações da Localiza registraram alta de até 20% na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3.


Eugênio Mattar, presidente da Localiza, disse, por teleconferência, que a proposta de fusão de sua empresa com a Unidas é formar uma companhia de escala global nos segmentos de gestão de frotas e aluguel de carros, segundo apuração da Reuters .

O presidente da Localiza também prometeu o aumento da eficiência operacional, da produtividade das áreas corporativas e do negócio de venda de carros, reduzindo os custos das frotas. “Iremos colocar o Brasil na vanguarda da mobilidade”, garantiu Mattar.

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Em comentário, o banco Credit Suisse disse que “aos acionistas da Unidas foram oferecidos 0,4468 ação da Localiza + 0,835 / dividendo em ação, ou seja, uma alta de 13% antes da reclassificação e com os ganhos de sinergia”.

Com a fusão, os acionistas da Localiza passarão a deter 76,85% da companhia combinada e os acionistas da Unidas deterão 23,15%. A cada ação, os acionistas da Unidas vão receber R$ 23,12, um prêmio de 9,1% sobre a cotação de fechamento da véspera. Se a operação for consumada, é previsto uma distribuição de até R$ 425 milhões em dividendos a acionistas da Unidas.

As empresas afirmaram que “do ponto de vista econômico-financeiro, a integração dos negócios deverá promover sinergias e aumentos de eficiência na companhia combinada resultante da incorporação de ações”. O valor de mercado da Localiza era de R$ 39,2 bilhões e o da Unidas, de R$ 10,8 bilhões, após o fechamento dos preços na terça-feira. 

Agora, a transação espera pela aprovação dos acionistas das companhias e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela verificação de outras condições para essa operação. No entanto, segundo a corretora Mirae, o processo pode sofrer pressão no Cade e lobby das montadoras, já que as duas empresas somam, juntas, 15% das vendas de veículos no Brasil.

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Erramos: esta matéria dizia que o presidente da Localiza é Salim Mattar, mas, na verdade, o presidente é Eugênio Mattar. Salim é um dos fundadores da empresa e se desligou da companhia em dezembro de 2018, segundo informou a assessoria da Localiza. O texto foi alterado e agora está correto.

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