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Manaus recebe cilindros de oxigênio transportados pela Força Aérea

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Guilherme Dotto

Manaus recebe cilindros de oxigênio transportados pela Força Aérea

Na noite desta quinta-feira (14), dois C-130 Hércules partiram da Base Aérea de São Paulo (BASP) rumo ao estado do Amazonas, transportando mais de 18 toneladas em cilindros de oxigênio líquido. Essa carga será utilizada nos hospitais que prestam atendimento aos pacientes infectados pelo vírus.

As aeronaves presentes na operação fazem parte do Esquadrão Gordo, Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT)

A primeira das aeronaves decolou na madrugada desta quinta, 01h00 (horário de Brasília), chegando em Manaus (ALA 8), às 06h30. A segunda aeronave decolou às 20h27, e tem previsão de chegada em Manaus às 02h00 (horário de Brasília), de sexta-feira (15).

Além disso, a FAB tem atuado na Operação COVID-19, realizando missões de transporte em todo o território nacional. Recentemente, foram intensificadas as operações para a cidade de Manaus, que sofre com as consequências da segunda onda da pandemia.

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Ademais, o transporte aéreo exige uma logística complexa e que, durante o período de pandemia, envolve o trabalho coordenado de diversos órgãos. Os aviões da Força Aérea Brasileira são de fundamental importância nesse momento, entregando as cargas preciosas em um menor tempo.

O Tenente Aviador Lucas Piccinini, destacou o orgulho de participar de tal missão: “É uma missão muito importante para todos os brasileiros, principalmente para a população de Manaus. Estamos aqui, prontamente, atendendo à sociedade brasileira.”

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Bolsonaro diz que governador que adotar restrições deverá bancar o auxílio

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O discurso do presidente foi feito em um momento em que governadores e prefeitos adotam medidas mais rígidas para conter o avanço da Covid-19
Foto: Reprodução

O discurso do presidente foi feito em um momento em que governadores e prefeitos adotam medidas mais rígidas para conter o avanço da Covid-19

O presidente  Jair Bolsonaro  (sem partido) disse nesta sexta-feira (26) que governadores que “fecharem seus estados” devem bancar o auxílio emergencial. O discurso foi feito em visita a Caucaia, na Grande Fortaleza.

A declaração de Bolsonaro se refere aos gestores que adotaram  medidas mais restritivas nos últimos dias para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais.

“A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos este mal, pode ter certeza. Agora, o que o povo mais pede, e eu tenho visto em especial no Ceará, é para trabalhar. Essa politicalha do ‘fica em casa, a economia a gente vê depois’ não deu certo e não vai dar certo. Não podemos dissociar a questão do vírus e do desemprego”, afirmou o presidente. “São dois problemas que devemos tratar de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. E o povo assim o quer. O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui para frente, o governador que fechar seu estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do Presidente da República essa responsabilidade”, criticou.

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Ao menos 12 estados e o Distrito Federal adotaram – ou anunciaram que irão implantar – novas restrições para conter o crescimento de casos e de mortes por Covid-19.

Nos últimos dias, o Brasil enfrenta aumento do número de casos e de mortes pela doença, o que pressiona unidades de saúde na rede estadual e municipal. Estados relatam situação crítica em razão da ocupação recorde de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Apesar disso, Bolsonaro não poupou críticas aos governadores. “Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vão para o meio do povo mesmo depois das eleições”, afirmou o presidente.

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