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Mesmo em crise, Brasil cria 142 mil vagas com carteira assinada em 2020

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Índice de geração de empregos é o pior desde 2017
O Dia

Índice de geração de empregos é o pior desde 2017

Num ano marcado pela pandemia de Covid-19 e a crise econômica causada pela doença, o Brasil conseguiu abrir 142.690 vagas com carteira assinada. O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020 foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Economia .

O saldo do emprego formal em 2020, apesar de positivo, foi o pior registrado desde 2017, quando o país fechou 11,9 mil vagas.

O governo atribuiu o resultado às medidas de estímulo à economia tomadas no ano passado. A principal ação foi permitir a redução da jornada e do salário dos empregados , com parte da renda do trabalhador sendo compensada pelo governo. O programa criado pela Medida Provisória (MP) 936 se encerrou em dezembro.

O Brasil registrou resultados positivos na geração de empregos entre julho e novembro. Em dezembro, voltou a fechar postos de trabalho (uma retração de 67.906), o que é considerado sazonal.

Entre março e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia, o país perdeu 1,612 milhão de vagas. Nos meses seguintes, foram criados 1,431 milhão de postos. O saldo do ano é positivo porque é influenciado também pela criação de vagas entre janeiro e fevereiro, antes da crise, quando foram abertas 339,9 mil posições.

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De janeiro a dezembro de 2020 foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país chegou a 38,9 milhões de vínculos.

Empregos formais

O dado do Caged se refere apenas à geração de vagas formais de trabalho e não inclui informais. Isso explica, em parte, porque o desemprego medido pelo IBGE sobe mesmo com o saldo positivo de abertura de vagas com carteira assinada.

Levantamento divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira aponta que a taxa de desemprego já chega a 14,1%, maior percentual desde novembro de 2012 , e atinge 14 milhões de brasileiros à procura de uma vaga. A pesquisa do IBGE abrange também trabalhadores informais e por conta própria, por meio de um levantamento por amostragem.

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Prefeitura do Rio vai restringir horário de bares e determinar toque de recolher

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Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM)
Reprodução/Twitter/@eduardopaes

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM)

A Prefeitura do Rio de Janeiro vai restringir o horário de funcionamento de bares e restaurantes e determinar toque de recolher durante as madrugadas. As novas medidas foram definidas nesta quarta-feira (3) em reunião entre o prefeito Eduardo Paes e o governador Cláudio Castro .

No caso da restrição aos estabelecimentos, o horário permitido será das 6h às 17h, com capacidade máxima de 40% de ocupação. Já o toque de recolher noturno vai valer das 23h às 5h, mas o que será impedido será somente a permanência em locais públicos e não a circulação.

Nos últimos dias, os hospitais da capital carioca registraram o aumento no número de internações. A taxa de ocupação das UTIs, que estava em 71% até a última quinta-feira, alcançou, hoje, 79%.

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