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Messem Investimentos assume operação de R$500 mi em Jundiaí

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Messem Investimentos assume operação de R$500 mi em Jundiaí
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Messem Investimentos assume operação de R$500 mi em Jundiaí

Messem Investimentos assume operação de R$500 mi em Jundiaí

A Messem Investimentos, uma das maiores e mais antigas operações vinculada à XP Inc., com mais 24 mil clientes e de R$ 14 bilhões sob custódia, acaba de inaugurar sua primeira operação no interior de São Paulo, na cidade de Jundiaí, por meio da fusão com a ITrade, que já conta com uma equipe de 12 assessores.

A equipe, que já era responsável pela gestão de uma carteira de R$ 500 milhões, está localizada em uma área nobre da cidade, em um escritório de 150 metros quadrados, que deverá dobrar de tamanho até o final do ano.

Até o final do ano, a Messem espera abrir mais duas operações no interior paulista, seja por meio de incorporações de outros escritórios de agentes autônomos, seja por meio de fusões.

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A fusão com a ITrade contribuirá para a meta de expansão da Messem no Brasil, ressalta o sócio-diretor Mauro Silveira, acrescentando: “Na projeção para este ano, a expectativa é que nosso escritório possa, mais uma vez, dobrar de tamanho, chegando à gestão de R$ 25 bilhões e ampliando sua presença em mais regiões, por meio da inauguração de operações e pelo crescimento de algumas modalidades, como o Private e a Pessoa Jurídica”, diz Silveira. “No médio prazo, queremos chegar à marca de R$ 100 bilhões em gestão e agregar 200 novos colaboradores ao time, sendo 100 no front comercial”, complementa.

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A empresa

Criada em 2007, em Caxias do Sul (RS), a empresa é, hoje, o maior escritório de investimentos do Brasil, com 24 mil clientes e mais de 14 bilhões de reais sob sua administração. É o único premiado por três vezes, pela própria XP Investimentos, reiterando o título de melhor escritório de investimentos do país. Detentora do selo Great Place to Work, a Messem conta com 150 assessores, atendendo nas unidades Messem de Caxias do Sul, São Paulo, Porto Alegre e Brasília.

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BC aprova obrigatoriedade dos bancos ofertarem Pix por agendamento

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A partir de 1º de setembro, as instituições financeiras serão obrigadas a oferecer o serviço do Pix Agendado, que é a possibilidade de o usuário pagador marcar o procedimento para uma data futura com o uso da chave Pix ou dados bancários de quem vai receber o dinheiro. A Diretoria Colegiada do Banco Central aprovou a nova alteração no Regulamento do Pix, anexo à Resolução nº 1, de 2020.

Desde o lançamento do Pix, o serviço de transferência instantânea do Banco Central (BC), em 16 de novembro de 2020, essa é uma funcionalidade facultativa. De acordo com o BC, o prazo de 1º de setembro é razoável para que todas as instituições façam os ajustes necessários no sistema e interfaces (aplicativos e internet banking). Tal medida visa ampliar ainda mais a comodidade dos pagadores, garantindo que todos os usuários, independentemente da instituição em que tenham conta, possam agendar um Pix, explicou o banco, em comunicado.

As instituições bancárias também ganharam mais prazo para se adequar ao Pix Cobrança, que será lançado em 14 de maio. A ferramenta permitirá cobranças com vencimento em datas futuras por meio da geração de um QR Code (versão avançada do código de barras).

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A regra estabelece que as instituições participantes do Pix que não conseguirem proporcionar a experiência completa de pagamento (leitura do QR Code e pagamento em data futura) no período de 14 de maio a 30 de junho, terão que, no mínimo, possibilitar a leitura e o pagamento na data da leitura do código, com todos os encargos e abatimentos calculados corretamente. De acordo com o BC, será um período transitório, que dará às instituições tempo adicional para finalizar as alterações nos sistemas.

A partir de 1º de julho, então, todos os participantes precisarão ser capazes de fazer a leitura do QR Code e também possibilitar o pagamento deste para data futura.

O BC destacou que, desde o lançamento do Pix é possível fazer a leitura de QR Code para pagamentos imediatos. “Já a oferta do Pix Cobrança (geração das cobranças com Pix e demais funcionalidades associadas a gestão das cobranças) é facultativa aos participantes, sendo obrigatória apenas a oferta de serviço de geração de QR Code estático aos usuários recebedores pessoa natural”, explicou o BC.

A implementação do Pix Cobrança já foi adiada em outras ocasiões [https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-03/bc-altera-para-14-de-maio-implementacao-do-pix-cobranca].

Auxílio emergencial

Por fim, o BC aprovou a medida que garante que, a partir de 30 de abril, recursos recebidos do auxílio emergencial 2021 poderão ser movimentados por Pix. A única exceção será para os casos de transferência para conta de mesma titularidade. Segundo a instituição, tal excepcionalidade é necessária para a proteção dos usuários, uma vez que esses recursos não podem ser objeto de descontos ou de compensações que impliquem a redução do valor do auxílio.

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Sistema de pagamentos instantâneos do BC, o Pix permite a transferência de recursos entre contas bancárias 24 horas por dia. As transações são executadas em até 10 segundos, sem custo para pessoas físicas. Para usar o Pix, o correntista deve ir ao aplicativo da instituição financeira e cadastrar as chaves eletrônicas, que podem seguir o número do celular, o e-mail, o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), para pessoas físicas ou o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), para empresas.

O usuário também pode gerar uma chave aleatória, com um código de até 32 dígitos ou mesmo usar os dados da conta. Cada chave eletrônica está associada a uma conta bancária. Pessoas físicas podem ter até cinco chaves por conta. Para pessoas jurídicas, o limite sobe para 20.

Edição: Nádia Franco

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