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Milionários nas olimpíadas de Tóquio: veja os atletas mais bem pagos do momento

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Milionários nas olimpíadas de Tóquio: veja quais são os atletas mais bem pagos do momento
Fernanda Capelli

Milionários nas olimpíadas de Tóquio: veja quais são os atletas mais bem pagos do momento

Com quase um ano de atraso, os jogos olímpicos de 2020 foram iniciados no dia 21 deste mês. O evento virou pauta para milhares de brasileiros, que acompanham as modalidades esportivas, além de torcer pelas equipes brasileiras.

Junto com os jogos, será possível acompanhar e conhecer diversos atletas que buscam, no maior evento esportivo do mundo, uma oportunidade de mostrarem seu valor, assim como um caminho para mudar de vida.

No entanto, muitos outros já chegam com uma vida consolidada no esporte, além dos bolsos cheios de dinheiro. De acordo com um levantamento realizado pela Forbes, em caso de somar as fortunas dos nove atletas mais bem pagos dos jogos olímpicos de Tóquio, o resultado chega a R$ 353 milhões ao ano.

1- Kevin Durant (US$ 75 milhões)

O campeão do pódio vai para Kevin Durant. Com 32 anos, o jogador norte-americano de basquete, do time Brooklyn Nets, ganhou incríveis US$75 milhões de dólares no último ano, cerca de R$ 385 milhões. Isso é o equivalente a R$ 32 milhões mensais, ou R$ 1 milhão diários.

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Kevin Durant é um dos maiores nomes do basquete no mundo. O jogador tem diversos patrocinadores, além de ser dono de investimentos, como um site de notícias, um time de beisebol e sua própria empresa de capital de risco, a Thirty Five Ventures.

2- Naomi Osaka (US$ 60 milhões)

Na posição de prata, temos a mulher mais bem paga das olimpíadas de Tóquio, a Naomi Osaka, tenista japonesa e quatro vezes campeã do Grand Slams. A atleta ganhou cerca de US$ 60 milhões em um ano.

Aos 23 anos, a tenista chega a somar mais de 20 patrocinadores. Entre eles, estão a Google, Levi’s e a Louis Vuitton, empresa do homem mais rico do mundo.

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3- Damian Lillard (US$ 40,5 milhões)

O bronze vai para outro jogador do basquete norte-americano, fechando o pódio dos atletas mais bem pagos nas Olimpíadas de Tóquio. Com 31 anos, o jogador do Portland Trailblazers entra nas olimpíadas representando os EUA, ganhando cerca de R$ 40,5 milhões anuais.

Além disso, o atleta conta com patrocinadores como a Adidas, Gatorade, Hulu e 2K Sports, entre outros. Damian Lillard renovou seu contrato com a Adidas recentemente. Válido por 10 anos, o novo acordo está avaliado em US$ 100 milhões de dólares.

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Petrobras para usina com risco de “falha catastrófica” e ignora pressão do ONS

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Petrobras desliga usina mesmo após pressão
Divulgação/Petrobras

Petrobras desliga usina mesmo após pressão

O Operador Nacional do Sistema (ONS) pressionou a Petrobras a manter um usina termoelétrica ligada mesmo sabendo que a mesma precisava de manutenção. A estatal, porém, alegou a possibilidade de uma “falha catastrófica” na estrutura da unidade e desligou a usina. As informações aparecem em comunicados trocados entre Petrobras, ONS e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), obtidos pelo Estadão.

O ONS determina o que será gerado em cada usina do Brasil e, por conta dos baixos níveis nos reservatórios das hidrelétricas, o órgão tem exigido que usinas de geração términa funcionem em capacidade máxima.

Entenda o caso

Entre os dias 3 e 5 de setembro, a Petrobras havia comunicado o ONS que teria que paralisar as operações na usina de Três Lagos (MS) para fazer uma manutenção importante na estrutura. O serviço foi agendado para o final de semana, quando o consumo elétrico é menor, e o aviso foi feito com duas semanas de antecedência. 

Embora essa seja uma operação de rotina, o ONS rejeitou o pedido três dias antes da paralisação agendada, de acordo com os documentos obtidos pelo Estadão. Sem espaços para justificativas da estatal, o Operador disse que “em função do cenário energético, com cargas elevadas e alto despacho térmico”, era preciso manter a “máxima disponibilidade de unidades geradoras”. O ONS disse que a manutenção deveria ocorrer no feriado, entre 5 e 7 de setembro.

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A Petrobras, então, insistiu que a programação fosse mantida, porque “já não havia tempo hábil para reprogramar a atividade e que essa postergação de data ia contra as recomendações dos especialistas e do fabricante”. O ONS rejeitou as alegações mais uma vez e, por e-mail, ordenou que a parada fosse adiada, reiterando o cenário nacional de crise energética.

A Petrobras, então, ignorou o pedido do ONS e avisou o órgão. “Diante das recomendações do fabricante (dos equipamentos da usina) e da equipe de engenharia e, ainda, frente ao risco de falha catastrófica desta turbina, a Petrobras necessitou prosseguir com a parada emergencial”, diz comunicado enviado pela empresa. O laudo da manutenção foi encaminhado tanto para ONS quanto para Aneel.

“A Petrobras tenta, sempre que possível, coordenar as intervenções de maneira programada, inclusive enviando notas técnicas explicando a criticidade dos serviços a serem executados, quando necessário, mas existem situações emergenciais com risco para o equipamento ou instalações”, declarou a empresa ao ONS e à Aneel.

Em entrevista ao Estadão, o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, diz que a estrutura das usinas térmicas correm risco, já que não foram desenvolvidas para operar o tempo todo.

“É uma situação delicada e de risco. O governo está forçando as estruturas, adiando datas ou encurtando paradas, justamente por causa da crise hídrica. Essa situação com a Petrobras é um reflexo dessa crise. A ordem é empurrar com a barriga até onde for possível para preservar água nos reservatórios”, diz Castro.

Depois da recusa da Petrobras em obedecer o ONS, a estatal foi questionada pela Aneel. “Infelizmente, na presente situação, houve necessidade técnica e urgente de parar a unidade”, diz parte da resposta da empresa.

Ao Estadão, o ONS disse que “como uma das ações para o enfrentamento da escassez hídrica solicitou, em julho deste ano, a todas as usinas geradoras que adiassem suas manutenções a fim de aumentar a disponibilidade de geração”. De acordo com o órgão, “cabe ao agente avaliar a viabilidade técnica e operacional de acatar a solicitação ou não”.

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