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Movimento em shoppings tem queda de 75% em relação a junho do ano passado

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Shoppings e lojas de rua reabertos; setor de eletroeletrônicos lidera com força a retomada da economia, com alta de 585% de fluxo nas lojas de maio para junho

O movimento  de consumidores em  shopping centers caiu 90,78% em maio e 75,94% em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado. Também as lojas de rua foram impactadas com queda de 85,26% e 48,55% nos mesmos meses em comparação a 2019.

Esses dados são do mapeamento de fluxo semestral da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), com números da FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento do varejo.

Na análise anual o fluxo de pessoas no comércio segue caindo, mas na análise mês a mês de 2020 é vista uma melhora no movimento. No mês de junho de 2020, os  shoppings tiveram alta de 126% no fluxo de clientes em comparação com o maio. Nas lojas físicas, o subida foi de 194%.

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A pesquisa mostra que o setor das drogarias começou a ter maior frequência de queda em relação ao início da pandemia. Apesar de cair menos do que a maioria das categorias, o recuo chegou a 47% em junho, em comparação com o mesmo período de 2019.

O setor de eletroeletrônicos lidera com força a retomada da economia, com alta de 585% de fluxo nas lojas de maio para junho.

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Momento Economia

Governo de SP disponibiliza R$ 70 milhões em linhas de crédito

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Por meio do Banco do Povo, o governo de São Paulo vai liberar mais R$ 70 milhões em microcrédito para auxiliar microempreendedores (MEI), produtores rurais e informais para atravessar o momento de crise provocada principalmente pela pandemia do novo coronavírus.

Estão sendo oferecidas duas linhas de crédito. A primeira delas é para os empreendedores informais e produtores rurais sem CNPJ. As opções de crédito nessa linha vão até R$ 5 mil, com taxa de juros a 1% ao mês. O prazo para pagamento é de até 12 meses com carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo, o prazo para pagamento é de até 24 meses com até 90 dias de carência. Para obter essa linha de crédito, o empresário precisará apresentar um avalista.

A segunda linha é voltada para Microempreendedores Individuais (MEIs) e produtores rurais, mas com CNPJ. A taxa de juros é de 0,35% a 0,70% ao mês e o limite de crédito é de até R$ 8,1 mil, que pode ser utilizado tanto para compras de mercadoria quanto para pagamentos das obrigações da empresa.

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Nessa linha, o prazo para pagamento é de até 24 meses com carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo, o prazo para pagamento é de até 36 meses com até 90 dias de carência. Para solicitar os financiamentos dessa linha, o empreendedor não pode ter restrições cadastrais no CNPJ e CPF.

O governo de São Paulo tinha disponibilizado R$ 650 milhões em empréstimos subsidiados por meio do Banco do Povo, Desenvolve SP e Sebrae-SP. Segundo o governo, mais de 70% desses recursos foram destinados aos setores mais vulneráveis da economia, como comércio, bares e restaurantes, beleza, transporte e eventos. Até agora, 11.932 empreendedores foram contemplados com o crédito.

Mais informações sobre as duas linhas de crédito podem ser obtidas no site.

Doações

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou que o governo paulista arrecadou, desde o início da pandemia até hoje (10), R$ 1,03 bilhão em doações privadas para ações de combate ao novo coronavírus. Segundo ele, 251 empresas fizeram doações em dinheiro, serviços e materiais, que são auditadas pela Pricewatershouse Coopers Brasil.

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Edição: Valéria Aguiar

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