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Na pandemia, cerca de três milhões de pessoas perderam o emprego

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Nos últimos quatro meses de pandemia, cerca de 3 milhões de brasileiros ficaram desempregados. Com isso, a taxa de desocupação no país chegou a 13,7% na quarta semana de julho, atingindo 12,9 milhões de pessoas. Os dados fazem parte da edição semanal da PNAD Covid19, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE.

O levantamento analisou a semana de 19 a 25 de julho e revelou que, no período, o número de desempregados aumentou 4%, o que representa 550 mil pessoas a mais na comparação com a semana anterior, quando o contingente era de 12,3 milhões. Na primeira semana de maio, quando teve início a pesquisa, esse número era de 9,8 milhões.

A taxa de participação na força de trabalho ficou em 55,3% na quarta semana de julho, resultado considerado estável tanto em relação à semana anterior quanto na comparação com a primeira semana de maio. O mesmo aconteceu com a população fora da força de trabalho, que são aqueles que não estavam trabalhando nem procuravam por vaga de emprego. O número somou 76 milhões, o que mostra estabilidade em ambas as bases de comparação.

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A coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, observa que apesar da alta, os indicadores do mercado de trabalho não oscilaram muito, com exceção da taxa de informalidade.

Ainda segundo a pesquisa, cerca de 18,5 milhões de pessoas gostariam de trabalhar, mas não procuraram vaga de emprego. A justificativa levou em conta a pandemia ou a falta de ocupação na localidade em que moravam.  

A PNAD Covid19 é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho. 

O estudo também mede o número de pessoas com sintomas associados ao coronavírus. Nesse recorte, o levantamento indicou que dos 13,3 milhões de pessoas que se queixaram de algum sintoma de gripe, 3,3 milhões buscaram atendimento médico na semana analisada. Deste total, 159 mil pessoas ficaram internadas em algum hospital. No início de maio, quando a pesquisa começou, 26,8 milhões relataram algum sintoma. 

As estatísticas da Pnad Covid19 são consideradas experimentais pelo IBGE.

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Edição: Sâmia Mendes

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McDonald’s deixa peça de metal no hambúrguer e mulher quebra o dente; veja

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Mola encontrada no hambúrguer
Reprodução Kyodo news

Mola encontrada no hambúrguer

Uma japonesa quebrou o dente ao morder um hambúrguer do McDonald’s em Fukuoka, no Japão. A rede de fast food deixou passar uma peça de metal para o preparo da carne que surpreendeu a mulher de 26 anos, informa a agência Kyodo. 

Ela pediu um Rich Cheese Melt Tsukimi para viagem e notou o objeto estranho em forma de mola que considerou fazer parte de algum utensílio de cozinha.

“Eu estava ansiosa para almoçar. Não sei o que faria se a mesma coisa acontecesse novamente”, disse ela ao Kyodo News.

A mulher afirma ter sentido dores na boca e precisou ir ao hospital no mesmo dia do ocorrido, na sexta-feira (17). Ela foi diagnosticada com pulpite aguda.

A filial japonesa da rede devolveu o dinheiro à cliente e pediu desculpas, além de afirmar que inspecionam regularmente os utensílios do preparo alimentício. 

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