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Nome sujo? Serasa quita dívidas por R$ 100; veja como participar

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Para ter acesso a mais esta opção para negociar dívidas, o consumidor precisa acessar o site do Serasa Limpa Nome

Neste período de crise provocada pela pandemia de Covid-19, uma campanha da  Serasa com sete empresas tem o objetivo de quitar dívidas das pessoas por R$ 100. Quem tiver débitos entre R$ 200 e R$ 1 mil com as companhias Ativos S.A, Kroton, Tricard, Santander, Recovery, BMG e Credysystem poderá sair do vermelho e firmar o acordo para saldar o valor.

Ontem, a Serasa confirmou mais empresas que resolveram aderir ao acordo para limpar nome. Desta forma, com a extensão do projeto, o objetivo é beneficiar mais de 9 milhões de brasileiros e quitar mais de 25 milhões de dívidas de maneira prática, rápida e segura pelo site da Serasa Limpa Nome.

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“Neste momento delicado da economia, em que muitas pessoas perderam sua renda, trabalhamos para oferecer o máximo de ajuda para esta parcela significativa da população, trazendo mais empresas parceiras para a iniciativa de facilitar o pagamento de dívidas. Sem esta dificuldade, as pessoas voltam a consumir, a trabalhar e todos contribuímos para a economia se recuperar mais rapidamente”, afirma Lucas Lopes, diretor do Serasa Limpa Nome.

Para ter acesso a mais esta opção para negociar dívidas, o consumidor precisa acessar o site do Serasa Limpa Nome – que desde abril deste ano tem uma nova marca e um novo endereço: www.serasa.com.br. O consumidor também pode encontrar as mesmas condições no aplicativo do Serasa disponível para smartphones tanto no sistema Android quanto no iOS.

Vale lembrar que, seguindo as recomendações das autoridades de saúde, as agências da Serasa, que fornecem atendimento presencial, permanecem fechadas.

Porém, além do site do Serasa Limpa Nome e do app da Serasa, o consumidor também pode regularizar seus débitos financeiros pelo Whatsapp, através do número: (11) 98870-7025. Todos esses canais contam com as mesmas condições de renegociação.

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Momento Economia

Guedes confirma que dois secretários da pasta pediram demissão

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou há pouco que o secretário especial de Desestatização, Salim Matar, e o secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel, pediram demissão nesta terça-feira (11). 

Segundo Guedes, o motivo da demissão seria a insatisfação de Mattar com o ritmo das privatizações de estatais.  “O que ele me disse é que é difícil privatizar”, disse. No caso de Uebel, o ministro disse que o secretário deixou o cargo pela falta de andamento da reforma administrativa. 

A confirmação foi feita em entrevista coletiva após uma reunião entre o ministro e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Guedes reafirmou que não há apoio para uma eventual tentativa de furar o teto de gastos do governo. 

“Não haverá nenhum apoio do Ministério da Economia a fura-tetos. Se tiver ministro fura-teto, eu vou brigar com ministro fura-teto”, disse. 

Edição: Fábio Massalli

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