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Nota de R$ 200 será apresentada e colocada em circulação pelo BC nesta quarta

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Nova nota de R$ 200 será lançada e colocada em circulação nesta quarta-feira (2)

A nova nota de R$ 200, com a imagem do lobo-guará , será apresentada e colocada em circulação nesta quarta-feira (2). Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real. Serão produzidos neste ano 450 milhões de unidades, o equivalente a R$ 90 bilhões. Ainda não foi divulgada a imagem da nova cédula, mas, segundo indicações da autoridade monetária, a nota deverá ser cinza e ter detalhes em marrom .

A cerimônia de lançamento da nota de R$ 200  será às 13h30 e transmitida pelo canal do Banco Central no YouTube. Serão oficializados o desenho, a cor e as informações de segurança da cédula, que, como já se sabe, será representada pelo lobo-guará , escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país.

De acordo com o Banco Central, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda. A cédula chegou a ser  questionada pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu 48 horas para Roberto Campos Neto, presidente do BC, explicar o porquê da nova cédula.

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Segundo ele, a nota de R$ 200 é  “imprescindível”, legal e constitucional e visa garantir que não falte dinheiro físico, já que a Casa da Moeda vem operando com capacidade máxima e poderia não conseguir suprir a demanda com o valor máximo de R$ 100 por nota.

O BC  complementou dizendo que “não havia combinação possível de cédulas, considerando as denominações até então existentes, que permitisse atender à demanda de numerário projetada até o fim do exercício, sendo inevitável a opção pela criação da nova cédula”.

O pedido de Cármen Lúcia, que acatou ação dos partidos Podemos, PSB e Rede, levantou ainda o possível incentivo a crimes financeiros que a nota poderia gerar. Segundo o BC, é “nulo” o potencial da cédula de incentivar atividade como a  lavagem de dinheiro  porque a distribuição da nova cédula será pulverizada e em pequeno volume.

“Ademais, a principal demanda identificada está relacionada a saques em espécie pelos beneficiários do auxílio emergencial e de outros programas públicos de transferência de renda, sendo possível presumir que as novas cédulas serão preferencialmente destinadas a um número elevado de pessoas naturais (mais de 53 milhões de beneficiários) pertencentes às camadas menos favorecidas da população, com emprego direto em bens e serviços ligados à própria subsistência e não à atividade criminosa”, justificou o BC.

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Maior custo de produção da história

De acordo com documentos disponibilizados por meio da Lei de Acesso à Informação após solicitação do Portal Bitcoin , a nota de R$ 200 será o instrumento monetário mais caro da história do Real . Cada cédula custará R$ 0,325, superando o custo da moeda de R$ 1, que custa R$ 0,31 para ser colocada em circulação.

Tradicionalmente, as moedas são mais caras de serem produzidas do que as notas , que possuem valor monetário superior. Em larga escala, esses poucos centavos podem fazer muita diferença na produção da Casa da Moeda, estatal responsável por imprimir o dinheiro.

A moeda de R$ 0,05, por exemplo, custa três vezes mais do que valor estampado no material. O custo é de R$ 0,17 a unidade.

O BC gastará R$ 113,8 milhões acima do previsto para imprimir as notas de R$ 200 e aumentar a produção da nota de R$ 100. A expectativa é que não sejam colocadas todas as cédulas de R$ 200 em circulação de uma vez.

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Caixa paga R$ 2,6 bilhões de auxílio a 4 milhões de beneficiários

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A Caixa realiza hoje (23) o pagamento de R$ 2,6 bilhões do auxílio emergencial para 4 milhões de pessoas nascidas em agosto, conforme o calendário do Ciclo 2. A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas.

Já os saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados a partir do dia 13 de outubro.

Poupança social digital

A conta poupança social digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil.

A movimentação do valor poderá, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo, evitando o deslocamento até as agências. Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code, por meio de mais de 9 milhões de maquininhas de cartão no país. O trabalhador também poderá realizar o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos.

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Cartão de débito virtual

Com o cartão de débito virtual Caixa é possível fazer compras pela internet, aplicativos e sites de qualquer um dos estabelecimentos credenciados. Para utilizar o cartão, o beneficiário precisa gerá-lo. Depois, entrar no aplicativo e acessar o ícone cartão de débito virtual. Feito isso, o usuário deverá digitar a senha do Caixa Tem. Em seguida, aparecerão os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade do cartão, além do código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em gerar. E assim o cartão fica disponível. O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para realizar uma nova compra é preciso gerar um novo código.

Pagamento nas maquininhas

Além da possibilidade de uso do cartão de débito virtual, disponível para compras online, o Caixa Tem oferece a opção “Pague na maquininha”, forma de pagamento digital que pode ser utilizada nos estabelecimentos físicos habilitados. É uma funcionalidade por leitura de QR Code gerado pelas maquininhas dos estabelecimentos e que pode ser facilmente escaneado pela maioria dos telefones celulares equipados com câmera.

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Quando o cliente seleciona a opção “Pague na maquininha”, no aplicativo, automaticamente a câmera do celular é aberta. O usuário deve então apontar o telefone para leitura do QR Code gerado na maquininha do estabelecimento.

Edição: Valéria Aguiar

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