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Nubank compra corretora Easynvest e promete facilitar investimentos

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Nubank compra Easynvest

O Nubank anunciou, nesta sexta-feira (11), a compra da corretora de investimentos Easynvest . O negócio ainda precisa ser aprovado pelo Banco Central e pelo Cade , mas já representa a entrada do banco digital para o setor de investimentos.

Com 1,5 milhão de clientes, a Easynvest afirma ter mais de R$20 bilhões em custódia. A corretora oferece 400 produtos financeiros, como ações, Tesouro Direto , fundos imobiliários e previdência privada. Até então, o Nubank, que já tem quase 30 milhões de clientes, não oferece nenhum desses serviços.

O objetivo do Nubank é facilitar os investimentos para seus usuários mas, por enquanto, nada muda tanto para clientes do banco quanto para os da Easynvest. “As empresas permanecem operando normalmente e de maneira independente. Um grupo de trabalho será formado para planejar os próximos passos de integração dos serviços, a ser iniciada após aprovação dos reguladores”, diz o Nubank.

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O Nubank é conhecido por ter facilitado o acesso de muitas pessoas ao cartão de crédito e, agora, pretende fazer o mesmo com o mercado de investimentos, simplificando as operações.

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Dólar fecha R$ 5,55, em alta pela terceira semana seguida

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Agência Brasil

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Novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19, fez o dólar subir

Em mais um dia de instabilidade no mercado internacional, a moeda norte-americana voltou a subir e encerrou em alta pela terceira semana seguida. O  dólar comercial fechou esta sexta-feira (25) vendido a R$ 5,554, com alta de R$ 0,044 (+0,8%). O dólar fechou a semana com alta acumulada de 3,29%.


A moeda chegou a aproximar-se de R$ 5,60 durante o dia, mas desacelerou perto do fim da sessão. A divisa acumula alta de 1,33% em setembro e de 38,4% em 2020.

A força do dólar ante o real nesta semana ocorreu em sintonia com um movimento de aversão no mercado internacional. A cotação refletiu o aumento da demanda por dólares em todo o planeta depois que indicadores apontaram desaceleração econômica nos Estados Unidos e na Europa, elevando temores sobre a sustentabilidade da retomada de diversas economias avançadas.

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A esse medo se somaram novas medidas de confinamento em alguns países europeus, depois do surgimento de uma segunda onda de casos de Covid-19 no continente. Nos Estados Unidos, a semana foi marcada pela continuação do impasse sobre um novo pacote de estímulos, num momento em que o Federal Reserve (Banco Central do país) informou ter pouco espaço para reduzir juros.

No mercado de ações, a bolsa de valores começou o dia com fortes perdas, mas reverteu o movimento ao longo da sessão e encerrou perto da estabilidade. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou esta sexta-feira aos 96.999 pontos, com leve recuo de 0,01%.

Esta foi a quarta semana seguida em que o Ibovespa acumula perdas. Em setembro, o índice recuou 2,38%, no caminho de registrar pior resultado para o mês desde 2015.

*Com informações da Reuters

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