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Oi vai captar US$ 880 mi em títulos de dívida para futuros investimentos

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Oi (OIBR3 e OIBR4) anuncia captação de US$ 880 milhões em títulos de dívida para futuros investimentos
Fernanda Capelli

Oi (OIBR3 e OIBR4) anuncia captação de US$ 880 milhões em títulos de dívida para futuros investimentos

A Oi (OIBR3 e OIBR4), empresa de telecomunicações que está em recuperação judicial, precificou sua oferta no mercado internacional de títulos de dívida na última terça-feira (27), emitidos pela Oi Móvel . O valor chegou a US$ 880 milhões, o equivalente a R$ 4,549 bilhões.

De acordo com o comunicado da operadora, os títulos emitidos têm garantias reais e fidejussórias. Portanto, a expectativa é que a emissão seja finalizada até o penúltimo dia deste mês. Dessa forma, a validade acaba dia 30 de julho de 2026, com juros remuneratórios semestrais de 8,75% ao ano.

Em suma, os recursos adquiridos através dos títulos lançados será direcionado ao pagamento das debêntures da primeira emissão da Oi Móvel. O vencimento da dívida é no começo do ano que vem, no valor principal de R$ 2,5 bilhões.

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Plano estratégico da Oi

A receita líquida da empresa fechou em R$18,8 bilhões no ano passado, mesmo em fase de restauração e se desfazendo de seus ativos importantes.

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Petrobras quer atingir neutralidade das emissões nas operações

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A Petrobras anunciou, hoje (20), sua ambição em atingir a neutralidade das emissões nas atividades sob seu controle, em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.

O acordo prevê a adoção de políticas climáticas voltadas à redução de emissão de gases de efeito estufa, com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais até o fim do século, com esforços para 1,5°C.

A companhia também manifestou a intenção de influenciar seus parceiros a atingir a mesma ambição em campos de petróleo e gás nos quais a empresa é sócia, mas não é encarregada da operação.

“A decisão da Petrobras está alinhada ao posicionamento mundial das 12 empresas membros da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), consórcio do qual a Petrobras faz parte desde 2018. Juntas, estas empresas representam cerca de 30% da produção global de óleo e gás e colaboram para acelerar a transição para baixo carbono. Com essa nova iniciativa, os membros ambicionam atingir a neutralidade das emissões, reconhecendo que possuem muitas, mas ainda não todas, as respostas sobre como chegar lá”, diz a nota.

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Segundo o comunicado, neste contexto, a Petrobras, como maior empresa de energia do Brasil e importante player mundial, está comprometida com a transição para uma economia global de baixo carbono.

“Nos últimos 11 anos, a companhia aprimorou em 47% sua eficiência em carbono na exploração e produção de petróleo e se estabeleceu como uma das produtoras de óleo e gás mais eficientes do mundo. Para seguirmos avançando nas reduções, estamos prevendo ainda estabelecer um programa voltado especialmente para a aceleração da descarbonização”, disse, em nota, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

No seu Plano Estratégico 2021-2025, a empresa prevê investimentos de US$ 1 bilhão em compromissos de sustentabilidade, envolvendo a descarbonização das operações; o desenvolvimento de combustíveis mais sustentáveis, como diesel renovável e bioquerosene de aviação; e pesquisas em energias renováveis e soluções de baixo carbono.

Edição: Fernando Fraga

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