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Oito em cada 10 brasileiros buscaram crédito na pandemia, diz pesquisa

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Brasileiro buscam crédito para pagamento de dívidas e compra de alimentos
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Brasileiro buscam crédito para pagamento de dívidas e compra de alimentos

Uma pesquisa feita pelo Serasa em parceria com Opinion Box aponta que 79% dos brasileiros buscaram créditos durante a pandemia. Segundo o levantamento, as tentativas de obter ajuda financeira se devem à crise econômica provocada pela pandemia de Covid-19, que geraram aumento do desemprego e reajustes nas contas diárias.

O estudo ressalta que a maioria dos brasileiros procurou o cartão de crédito como opção para gastos durante à crise. 62% da população usou o crédito para compras em supermercados, com preferência para alimentação e higiene pessoal. O uso do cheque especial também foi direcionado para gastos domiciliares. 

Outra forma encontrada pelos brasileiros para encarar à crise foi a contratação de empréstimos pessoais ou consignados. Os valores foram destinados para pagamentos de dívidas. Já financiamentos foram usados na compra de carros ou casas. 

Recusa de crédito 

Segundo Serasa, cerca de 37% da população que solicitou crédito especial tiveram seus pedidos recusados por bancos e financeiras durante a pandemia. Cerca de 40% tiveram a recusa por falta de renda mensal ou baixa possibilidade de pagamento do empréstimo. Já 35% dos créditos recusados foram por inadimplência de clientes. 

A maioria dos recusados buscaram alternativas digitais, como empréstimos em corretoras ou bancos digitais. Enquanto outros tentaram buscar valores com amigos ou parentes e 28% desistiram das tentativas de crédito. 

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Bolsonaro sinaliza nova prorrogação do auxílio emergencial: ‘País rico’

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Governo estuda prorrogação do auxílio emergencial até dezembro
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Governo estuda prorrogação do auxílio emergencial até dezembro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicou que poderá prorrogar o auxílio emergencial até a definição sobre o Auxílio Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família em 2022. Em discurso na Bahia, realizado nesta terça-feira (28), Bolsonaro disse que o Brasil é um país rico e pode “atender os mais necessitados por mais tempo”.

A sinalização de Bolsonaro vai de encontro aos estudos do Ministério da Economia, que prevê o pagamento do benefício emergencial até dezembro. Atualmente, os depósitos da nova rodada do auxílio emergencial devem se encerrar em outubro.

A manobra aumenta o tempo do Palácio do Planalto para negociar uma solução para precatórios e pressionar o Senado em votar a reforma do Imposto de Renda. O relator da proposta, Ângelo Coronel (PSD-BA), informou que a votação só deve acontecer em 2022.

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Jair Bolsonaro e a equipe econômica acreditam que a aprovação da primeira fase da Reforma Tributária poderá aliviar os cofres da União e providenciar o reajuste do novo Bolsa Família. O Planalto pretende aumentar o número de beneficiários e reajustar as parcelas de R$ 190 para R$ 300.

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