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Paulo Guedes pode propor extensão do auxílio emergencial, diz Baleia Rossi

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Brasil Econômico

Paulo Guedes
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Guedes pode propor prorrogação do auxílio

O deputado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato à presidência da Câmara, disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes , deve propor uma nova rodada do  auxílio emergencial ainda no início deste ano. As informações são do Estadão.

De acordo com Baleia, cabe a Guedes e sua equipe apresentarem a sugestão do benefício de forma a caber dentro do teto de gastos do governo federal. O deputado, que vem defendendo a volta do auxílio, indicou que a sinalização disto foi dada pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), seu oponente na disputa pela presidência da Câmara.

“Quando Lira vem e copia o que eu falo, não acredito que ele tenha feito isso sem um comando do Palácio”, disse Baleia.

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Em entrevista na segunda-feira (18), Lira comentou a possibilidade de prorrogação temporária do auxílio por um ou dois meses. Ele ressaltou, ainda, que isso deve respeitar o teto de gastos.

O deputado também defendeu a criação de um novo programa social , e disse que a volta do auxílio seria necessária apenas durante essa transição. Antes, Baleia já vinha defendendo a prorrogação do auxílio, mas ajustou recentemente seu discurso para reforçar a questão da responsabilidade fiscal .

Para Baleia, porém, não dá para fazer o auxílio sem mexer nas despesas. “Até o meu candidato adversário agora começou a falar, antes ele me criticava e agora começou a repetir o que falo, diante desse momento que estamos vivendo é fundamental buscar uma forma de financiamento para o auxílio”, disse.

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Momento Economia

Em reunião, Bolsonaro se irritou com Castello Branco “vestido de astronauta”

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Roberto Castello Branco
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Roberto Castello Branco

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou neste domingo (28) detalhes da reunião anterior à demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras . Além dele e de Jair Bolsonaro , estavam presentes também os ministros da Economia, Paulo Guedes , de Minas e Energia,  Bento Albuquerque , da Infraestrutura,  Tarcísio de Freitas , e da Casa Civil, Walter Braga Netto .

No encontro, Castello Branco deveria explicar os reajustes do preço do diesel . Mas o que irritou Bolsonaro foi o fato de que o então presidente da Petrobras estava utilizando equipamentos de proteção para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Aos 76 anos, Castello Branco se protegia – e protegia aos demais – com uma máscara N95 e óculos de proteção. Cumprimentou a todos, mas sem apertos de mãos ou abraços, como o restante estava fazendo. De acordo com a apuração de Lauro Jardim, isso foi o suficiente para Bolsonaro praticamente perder a paciência.

No gabinete presidencial, apenas Guedes usava máscara , mas a retirava ao falar. Já Castello Branco manteve o equipamento de proteção no rosto durante toda a reunião.

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Bolsonaro, que costuma criticar as medidas de segurança contra a Covid-19 , e os ministros chegaram a perguntar porque Castello Branco estava “vestido de astronauta”.

Depois da reunião, o então presidente da Petrobras foi demitido do cargo, e Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna para o cargo . A intervenção na estatal assustou o mercado e fez as ações da empresa despecarem na Bolsa .

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