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“Pergunta para o vírus”, diz Bolsonaro sobre prorrogação do auxílio emergencial

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Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro


presidente Jair Bolsonaro afirmou que espera não haver necessidade de estender o pagamento do auxílio emergencial  e que o novo coronavírus esteja “de partida do Brasil”. A declaração aconteceu nesta nesta terça-feira (24) durante uma conversa com um grupo de apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada.


Ao ser questionado sobre se o governo pretende prorrogar a ajuda financeira à população, Bolsonaro não descartou a possibilidade, mas disse torcer para que isso não ocorra. “Pergunta para o vírus”, respondeu a um apoiador.

“A gente se prepara para tudo, mas tem que esperar certas coisas acontecerem. Esperamos que não seja necessário porque é sinal de que a economia vai pegar e não teremos novos confinamentos no Brasil”, acrescentou.

“Desde o começo, eu nunca fui a favor do confinamento . Sempre defendi a ideia do isolamento vertical, mas, infelizmente, a decisão coube aos governadores e prefeitos”, disse. 

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Na sequência, Bolsonaro afirmou que “a economia tinha quebrado no Brasil” se não fosse a concessão do auxílio emergencial e outras medidas tomadas pelo governo. “Então, a gente espera que não seja necessário (a prorrogação do auxílio) e que o vírus esteja realmente de partida do Brasil.”

Ao ser criado, o auxílio emergencial, de R$ 600, deveria durar três meses (tendo como base os meses de abril, maio e junho). Depois, o governo estendeu para mais duas parcelas (julho e agosto). Diminuindo o valor de R$ 30 posteriormente, cuja última parcela será paga em dezembro.

O objetivo inicial de Bolsonaro era reformular o Bolsa Família e lançar um novo programa, chamado Renda Brasil, para compensar o fim do auxílio emergencial, que promove ganhos eleitorais ao chefe do executivo. Mas a falta de fonte para custear a iniciativa tem travado o novo projeto.

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Mesmo em crise, Brasil cria 142 mil vagas com carteira assinada em 2020

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Índice de geração de empregos é o pior desde 2017
O Dia

Índice de geração de empregos é o pior desde 2017

Num ano marcado pela pandemia de Covid-19 e a crise econômica causada pela doença, o Brasil conseguiu abrir 142.690 vagas com carteira assinada. O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020 foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Economia .

O saldo do emprego formal em 2020, apesar de positivo, foi o pior registrado desde 2017, quando o país fechou 11,9 mil vagas.

O governo atribuiu o resultado às medidas de estímulo à economia tomadas no ano passado. A principal ação foi permitir a redução da jornada e do salário dos empregados , com parte da renda do trabalhador sendo compensada pelo governo. O programa criado pela Medida Provisória (MP) 936 se encerrou em dezembro.

O Brasil registrou resultados positivos na geração de empregos entre julho e novembro. Em dezembro, voltou a fechar postos de trabalho (uma retração de 67.906), o que é considerado sazonal.

Entre março e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia, o país perdeu 1,612 milhão de vagas. Nos meses seguintes, foram criados 1,431 milhão de postos. O saldo do ano é positivo porque é influenciado também pela criação de vagas entre janeiro e fevereiro, antes da crise, quando foram abertas 339,9 mil posições.

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De janeiro a dezembro de 2020 foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país chegou a 38,9 milhões de vínculos.

Empregos formais

O dado do Caged se refere apenas à geração de vagas formais de trabalho e não inclui informais. Isso explica, em parte, porque o desemprego medido pelo IBGE sobe mesmo com o saldo positivo de abertura de vagas com carteira assinada.

Levantamento divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira aponta que a taxa de desemprego já chega a 14,1%, maior percentual desde novembro de 2012 , e atinge 14 milhões de brasileiros à procura de uma vaga. A pesquisa do IBGE abrange também trabalhadores informais e por conta própria, por meio de um levantamento por amostragem.

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