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PIB de SP se aproxima de nível registrado antes da pandemia

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O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (9) que a economia paulista voltou ao mesmo patamar que estava antes da pandemia do novo coronavírus (covid-19), em janeiro.

“A economia do estado de São Paulo começa a se recuperar e o PIB [Produto Interno Bruto] do estado volta ao mesmo nível que teve em janeiro deste ano, antes da pandemia. O PIB de São Paulo chega a 103,2 pontos, praticamente o mesmo observado em janeiro”, disse Doria.

Segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), o crescimento do Produto Interno Bruto de São Paulo foi de 2,1% no mês de julho. Nos meses de maio e junho, os índices foram de 4,5% e de 5,5%, respectivamente. 

A queda mais forte do PIB paulista foi notada em abril, quando caiu 10%. Com isso, o PIB em julho chegou a 103,2 pontos, desempenho parecido ao que foi observado em janeiro, quando o PIB somou 103,4 pontos e ainda não havia a pandemia no país.

No acumulado dos últimos 12 meses, de agosto de 2019 a julho de 2020, a atividade econômica paulista avançou 0,4% na comparação com os 12 meses anteriores.

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Segundo o secretário estadual da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles, a retomada econômica no estado é resultado, entre vários fatores, do aumento do nível de confiança.

“Com o Plano São Paulo [plano de abertura econômica enquanto durar a pandemia no estado], com todas as atitudes tomadas pelo governo de São Paulo – primeiro com a proteção de vidas, depois com a retomada gradual baseada em dados científicos, isso propiciou uma retomada econômica forte, principalmente devido ao aumento no nível de confiança na economia”, disse Meirelles.

Os dados do PIB fazem parte do novo indicador PIB+30, criado este ano pela Fundação Seade.

Edição: Fernando Fraga

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Momento Economia

Primeira parcela do auxílio residual será paga a partir de quarta

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A primeira parcela da extensão do auxílio emergencial será paga a partir de quarta-feira (30), segundo calendário divulgado em edição extra do Diário Oficial da União nesta segunda-feira. A Portaria Nº 496 detalha como serão feitos os pagamentos da extensão do auxílio emergencial para os beneficiários que não fazem parte do Programa Bolsa Família, isto é, os brasileiros integrantes do Cadastro Único (CadÚnico) e aqueles que solicitaram o benefício do auxílio emergencial a partir do aplicativo de celular (Extracad). 

Segundo o Ministério da Cidadania,  27 milhões de pessoas receberão R$ 300 ou R$ 600 (no caso de mães monoparentais).  Assim como ocorreu anteriormente no pagamento do benefício, o calendário seguirá o mês de nascimento dos beneficiários, ou seja, os créditos se iniciarão por aqueles nascidos em janeiro, depois fevereiro, março e assim sucessivamente, em poupança social digital já existente em nome do beneficiário.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, disse que a extensão do pagamento do auxílio emergencial reforça o compromisso do governo em não desamparar os brasileiros mais afetados pela pandemia. “Nós já estamos em pleno processo de pagamento para as famílias do Bolsa [Família] e essa rede de proteção continua estendida a todos aqueles em situação de vulnerabilidade”, disse o ministro.

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Os primeiros beneficiados na nova fase são aqueles que foram contemplados com o benefício em abril, atenderam aos critérios previstos na MPV nº 1.000/2020 , e já terminaram de receber as cinco parcelas do auxílio emergencial, ficando sem descontinuidade no recebimento do benefício. As pessoas que se tornaram elegíveis em maio, junho e julho terão os novos valores creditados em outubro, novembro e dezembro, respectivamente, após o fim do pagamento do auxílio. De acordo com a MPV, a extensão será paga em até quatro parcelas, encerrando-se, obrigatoriamente, em dezembro de 2020.

Os valores continuarão sendo depositados na poupança social digital da Caixa, bem como os saques seguirão um calendário diferente, para que o distanciamento social nas agências bancárias continue sendo respeitado, contribuindo para minimizar a disseminação do novo cornonavírus.

Bolsa Família

Os beneficiários do Programa Bolsa Família elegíveis ao auxílio emergencial começaram a receber os novos valores do benefício no dia 17 de setembro. Isso porque o auxílio pago a esse público segue o calendário do Bolsa Família, que respeita o número final do NIS. São 16,3 milhões de beneficiários nesta opção que recebem a extensão do auxílio emergencial.

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No total, os públicos CadÚnico, Extracad e Bolsa Família, representam, até o momento, 43,3 milhões de brasileiros beneficiados com a parcela de setembro da extensão do auxílio emergencial, o que totaliza um investimento de R$ 13,3 bilhões.

Edição: Fábio Massalli

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