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Planos de Saúde: ANS cancela oito convênios por insatisfação dos clientes

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Operadoras perderam 400 mil clientes entre os meses de março e junho
Marcos Santos/USP Imagens

Operadoras perderam 400 mil clientes entre os meses de março e junho


A Agência Nacional de Saúde Suplementar ( ANS ) determinou, nesta terça (15) a suspensão temporária de oito planos de saúde de cinco operadoras . O motivo dos congelamentos é o aumento de reclamações de consumidores durante o primeiro trimestre deste ano. A proibição da venda dos convênios começa a valer nesta sexta-feira (18).

A ação faz parte do Monitoramento da Garantia de Atendimento. O programa acompanha o desempenho do setor para proteger os usuários . A ANS analisou 20.468 reclamações no período.


35.080 beneficiários foram protegidos com a medida, já que esses planos só poderão voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no monitoramento de satisfação.

Veja a lista dos cancelados:

  • Unimed Vertente Do Caparaó – Cooperativa De Trabalho Médico Ltda
  • Unimed Norte/Nordeste Federação Interfederativa Das Sociedades Cooperativas De Trabalho Médico
  • Unimed Norte/Nordeste-federação Interfederativa Das Sociedades Cooperativas De Trabalho Médico
  • Unimed Norte/Nordeste-federação Interfederativa Das Sociedades Cooperativas De Trabalho Médico
  • Unimed-são Gonçalo – Niterói – Soc.Coop.Serv.Med E Hosp Ltda
  • Unimed-são Gonçalo – Niterói Soc.Coop.Serv.Med Hosp Ltda
  • Oralclass Assistencia Médica E Odontológica Ltda.
  • Biovida Saúde Ltda.
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Planos de saúde que voltaram

A ANS também divulgou a lista de planos que poderão voltar a ser comercializados. Seis planos de quatro operadoras terão a venda liberada a partir do programa de monitoramento da agência.

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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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