Momento Economia

Pressão do Centrão teria levado Guedes a trocar comando da Susep, diz colunista

Publicados

em


source
Pressão do Centrão teria sido o real motivo que levou Guedes a trocar comando da Susep
Edu Andrade/ ME

Pressão do Centrão teria sido o real motivo que levou Guedes a trocar comando da Susep

A pressão de líderes do Centrão teria sido o real motivo que levou o ministro da Economia, Paulo Guedes, a trocar o comando da Superintendência de Seguros Privados (Susep) , órgão que regula o setor no Brasil. É o que afirma o colunista do site Metrópoles , Igor Gadelha.

A presidência da Susep era ocupada pela economista Solange Vieira, considerada da cota pessoal de Guedes. Ao anunciar sua saída do órgão na sexta-feira (8), o ministro da Economia disse que ela tinha sido “escalada” para implementar “programas estratégicos da agenda econômica” que serão executados pelo BNDES. Os detalhes dos programas, no entanto, não foram divulgados.

O anúncio ocorreu dois dias após a  Câmara aprovar a convocação do ministro para explicar em plenário a offshore que possui em um paraíso fiscal nas Ilhas Virgens Britânicas, no Caribe . Embora Guedes já tenha anunciado a saída de Solange da Susep, a exoneração da economista ainda não foi publicada no Diário Oficial da União. O nome do substituto também não foi revelado.

Leia Também:  Em relatório preliminar, deputado destina R$ 16,2 bilhões para orçamento secreto

Nos bastidores, auxiliares do Ministério da Economia afirmaram que o Centrão vinha pressionando Guedes há meses para obter a chefia do órgão. A pressão teria partido, sobretudo, do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), considerado o principal líder do Centrão. O parlamentar nega.

Propaganda

Momento Economia

Subida dos juros deve provocar desaceleração na economia, diz Guedes

Publicados

em


source
Paulo Guedes, ministro da Econimia
[email protected] (O Dia)

Paulo Guedes, ministro da Econimia

O ministro da economia, Paulo Guedes, reconheceu que a subida dos juros para combater a inflação vai provocar uma desaceleração na economia no ano que vem. Para ele, o resultado será o melhor possível a ser feito, e a política econômica está seguindo o caminho correto.

“A Faria Lima e os banqueiros estão prevendo um crescimento menor. É natural. No ângulo de visão de financistas, é claro que vai haver uma desaceleração forte, porque os juros estão subindo. A inflação subiu, de novo estamos fazendo a coisa certa. O importante não é a previsão. O importante é fazer a coisa certa. O resultado será o melhor possível. Quando previram que o Brasil ia cair 10 [%], eu apenas descredenciei a previsão de 10. Eu não disse quanto ia cair. Aí surgiu uma guerra de fatos. Eu acreditava em recuperação em V. Não disse em quanto tempo e aconteceu até mais rápido do que eu esperava. Em compensação, veio acompanhada do componente inflacionário”, disse, ao participar nessa sexta-feira (3) do Encontro Anual da Indústria Química.

Leia Também:  Em relatório preliminar, deputado destina R$ 16,2 bilhões para orçamento secreto

Em contrapartida ao efeito dos juros, Guedes conta com o avanço da taxa de investimentos, que vem registrando evolução e pode chegar em 2022 a 20% do Produto Interno Bruto (PIB). Para o ministro, o crescimento do Brasil é inevitável e o país está recuperando sua economia de forma sustentável. Segundo ele, a economia passa por uma fase de recuperação cíclica em forma de V, que é quando registra recuo seguido de ascensão, baseada em transferência de renda e agora passa para a etapa do aumento dos investimentos.

Leia Também

“É um número importante. Estamos subindo a nossa taxa de investimentos”, afirmou.

Guedes acrescentou que não vai fazer projeções do crescimento do PIB para 2022 .

“Eu não estou prevendo quanto vai ser o crescimento do ano que vem. Eu estou tentando de novo colocar um certo ceticismo nessas previsões, que foram de queda de 10%, de depressão, de desemprego em massa. Estou tentando justamente inspirar uma volta à normalidade da economia brasileira e até transcender esse estado, questionando essas previsões do PIB e de crescimento zero. É verdade que a subida de juros para combater a inflação desacelera o crescimento, mas também é verdade que uma taxa de investimento de 20% do PIB é um sinal de bom crescimento à frente”, observou.

Leia Também:  Auxílio Brasil: programa pode começar com fila de espera; entenda

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA