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Procura dos consumidores por crédito cresce 26% no primeiro semestre

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A procura dos consumidores por crédito cresceu 26,2% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2020, segundo levantamento da Serasa Experian. Na comparação entre junho e o mesmo mês do ano passado, o crescimento na demanda por crédito ficou em 23,7%.

O maior crescimento foi na faixa de renda de até R$ 500 por mês, que registrou no mês passado elevação de 34,3% em relação a junho de 2020. Para aqueles com renda mensal entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, a demanda por crédito aumentou 21,3% em junho e, para a faixa entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, subiu 21%.

No recorte por regiões, o Nordeste teve o maior crescimento na procura por crédito no primeiro semestre. Na comparação com o período de janeiro a junho de 2020, a alta ficou em 38,1%. No Norte, a expansão da demanda ficou em 35,2%; no Centro-Oeste, em 35,2%; no Sudeste, em 24,2%. e, no Sul, em 15,6%.

Segundo o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, o aumento da demanda por crédito é uma retomada após a queda provocada pela pandemia de covid-19 no primeiro semestre de 2020. “Esse aumento está ligado, principalmente, ao avanço da vacinação que, no atual cenário, melhora a confiança financeira dos consumidores”, afirmou.

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Além disso, as taxas de juros continuam baixas, favorecendo a tomada de empréstimos. “As taxas de juros permaneceram em níveis atrativos, encorajando a tomada de crédito tanto para a aquisição de bens como para renegociação de dívidas”, acrescentou Rabi.

Edição: Nádia Franco

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Petrobras quer atingir neutralidade das emissões nas operações

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A Petrobras anunciou, hoje (20), sua ambição em atingir a neutralidade das emissões nas atividades sob seu controle, em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.

O acordo prevê a adoção de políticas climáticas voltadas à redução de emissão de gases de efeito estufa, com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais até o fim do século, com esforços para 1,5°C.

A companhia também manifestou a intenção de influenciar seus parceiros a atingir a mesma ambição em campos de petróleo e gás nos quais a empresa é sócia, mas não é encarregada da operação.

“A decisão da Petrobras está alinhada ao posicionamento mundial das 12 empresas membros da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), consórcio do qual a Petrobras faz parte desde 2018. Juntas, estas empresas representam cerca de 30% da produção global de óleo e gás e colaboram para acelerar a transição para baixo carbono. Com essa nova iniciativa, os membros ambicionam atingir a neutralidade das emissões, reconhecendo que possuem muitas, mas ainda não todas, as respostas sobre como chegar lá”, diz a nota.

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Segundo o comunicado, neste contexto, a Petrobras, como maior empresa de energia do Brasil e importante player mundial, está comprometida com a transição para uma economia global de baixo carbono.

“Nos últimos 11 anos, a companhia aprimorou em 47% sua eficiência em carbono na exploração e produção de petróleo e se estabeleceu como uma das produtoras de óleo e gás mais eficientes do mundo. Para seguirmos avançando nas reduções, estamos prevendo ainda estabelecer um programa voltado especialmente para a aceleração da descarbonização”, disse, em nota, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

No seu Plano Estratégico 2021-2025, a empresa prevê investimentos de US$ 1 bilhão em compromissos de sustentabilidade, envolvendo a descarbonização das operações; o desenvolvimento de combustíveis mais sustentáveis, como diesel renovável e bioquerosene de aviação; e pesquisas em energias renováveis e soluções de baixo carbono.

Edição: Fernando Fraga

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